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terça-feira, 15 de abril de 2014

Toyota e GM convocam recall de veículos

Por Gustavo Porto | Estadão Conteúdo – sex, 11 de abr de 2014

A Toyota do Brasil anunciou nesta sexta-feira, 11, o recall de 94.992 veículos modelos Hilux e SW4, produzidos entre junho de 2005 e janeiro de 2011, e RAV4, fabricado entre agosto de 2005 e março de 2010, todos por problemas no cabo de conexão do airbag. Já a General Motors convocou 7.797 Chevrolet Tracker LTZ Automático produzidos entre 4 de junho de 2013 e 13 de fevereiro de 2014 por conta de problemas na tubulação do fluido de freios.

A campanha da Toyota atinge 67.498 picapes Hilux, 22.341 unidades do utilitário esportivo SW4 e 5.153 unidades do também utilitário esportivo RAV4. Segundo o comunicado da montadora, foi detectada uma falha no componente (um conjunto do cabo espiral) de conexão entre o módulo de comando do sistema de airbag e o conjunto da bolsa do airbag do lado motorista. A falha pode fazer com que o sistema de segurança não seja acionado, caso ocorra um acidente.

"Como implicação da não deflagração do airbag há o aumento do risco de ferimentos graves na região torácica e facial e, em casos extremos, lesões fatais ao motorista do veículo". Segundo a montadora, se a luz de advertência do airbag permanecer acesa com o veículo em movimento ou por um período superior a seis segundos após o acionamento do motor, o proprietário "deverá, imediatamente, submeter o seu veículo à inspeção de um concessionário autorizado Toyota para a execução do reparo".

Além dos veículos que precisam ser reparados imediatamente por conta do acionamento da luz de advertência, a Toyota iniciará, a partir de 1º de julho, a inspeção e, se necessária, a substituição preventiva do componente. Os agendamentos devem ser feitos na rede de concessionárias da marca, cujos endereços e telefones estão no www.toyota.com.br. A montadora disponibilizou ainda o telefone 0800-703-0206.

Tracker

Já os veículos Tracker LTZ Automático, da GM, apresentaram problemas na tubulação dianteira de freios no processo de montagem, o que pode causar a deformação e um posicionamento irregular do equipamento. Com isso, pode ocorrer o vazamento do fluido de freio com o rompimento da tubulação após o atrito com um parafuso de fixação de uma mangueira de refrigeração da transmissão automática.

Segundo a GM, há a possibilidade da "perda da capacidade de frenagem do veículo, com risco de acidente e lesões graves e até fatais aos ocupantes e terceiros". A montadora colocou o telefone 0800-702-4200 e o site www.chevrolet.com.br para que os proprietários possam ter mais informações. O reparo deve ser feito com agendamento prévio na rede de concessionárias e oficinas autorizadas Chevrolet.

Publicado originalmente em: Yahoo! Notícias
Acessado em 15/04/2014; 20:45 - Horário de Brasília



sexta-feira, 21 de março de 2014

As melhores e piores expressões para colocar no currículo



Um em cada seis (17%) recrutadores gastam 30 segundos ou menos analisando um currículo, segundo uma pesquisa realizada pelo site de recrutamento CareerBuilder. A maioria (68%) demora em média 2 minutos. Com um tempo de avaliação tão curto, certas palavras e expressões podem fazer a diferença para ganhar uma chance com os recrutadores.

O uso de clichês e termos subjetivos não são bem vistos porque não trazem a informação real do candidato e dificilmente mostram resultados efetivos.  "Sinergia", "Dinâmico" e "Pensar fora da caixa" podem parecer boas escolhas, mas não são indicados pelos recrutadores americanos.

Para a vice-presidente de recursos humanos da Career Builder, Rosemary Haefner, os “recrutadores preferem palavras fortes para definir experiências, habilidades e desempenho”. Confira abaixo quais termos podem te ajudar e quais devem ser evitados:

MelhoresPiores
Fonte: Career Builder


Publicado originalmente em: Infomoney - Yahoo!
Acessado em: 21/03/2014 - 8:20, Horário de Brasília


AlcançouPensar fora da caixa
Melhorou Sinergia
Treinou e foi mentor dePode contar para tudo
AdministrouLíder nato
CriouValor adicional 
Resolveu Movido por resultados
Voluntariou-seTrabalha bem em equipe
InfluenciouTrabalhador 
Acrescentou/DiminuiuPensador estratégico
IdeiasDinâmico
NegociouMotivado 
LançouDetalhista
Receita/LucrosPró-ativo 
Dentro do orçamento- - - 
Ganhou- - - 

quarta-feira, 12 de março de 2014

Por que devo envolver o Marketing na Gestão da Qualidade?

Muito se fala em qualidade e em marketing, mas, afinal, o que vem a ser qualidade do ponto de vista mercadológico? Significa satisfação do cliente. Satisfação do cliente equivale à adequação de produtos e serviços ao uso.  Adequação ou inadequação dependem de definição de requisitos mercadológicos, da existência de formalização de características para produtos ou serviços e, fundamentalmente, de informação de desempenho obtido junto ao usuário.

No artigo “Só os Tolos Aprendem por Experiência Própria” (Rev.Superhiper – Março de 1990), demonstramos a necessidade da formalização da função qualidade para a função mercadológica e propusemos, no mínimo, a busca da garantia da qualidade de produtos e serviços como estratégia para se conseguir a compatibilização entre qualidade e custo. Desta forma, surgirá uma parcela de vantagem competitiva como objetivo declarado da empresa.

Qualidade nos dias atuais é fator crucial de presença e permanência das organizações no mercado, sejam elas pequenas, médias ou grandes.

Os consumidores brasileiros, a exemplo de seus pares de outros países, começam a contar cada vez mais com instrumentos de defesa de seus direitos. Pessoas satisfeitas não movem ações, mas as insatisfeitas estão “aprendendo” a ir aos tribunais, escrever para as colunas especializadas dos veículos de comunicação, páginas de relacionamento, blogs, entre outros, para reivindicarem seus direitos todas as vezes que se julgam prejudicadas: desde um produto fora do prazo de validade, até a postura inadequada de um médico.  O comportamento do consumidor brasileiro está mudando. Existe um grande número de evidências objetivas que não podem ser ignorados. Existem órgãos oficiais, associações, movimentos, que não só prezam a satisfação do cliente, mas, principalmente, se esforçam para provê-la.

Tudo isso tem a ver com adequação de produto ou serviço ao mercado. É no mercado que existe a necessidade e é nele que produtos e serviços comprovam ser ou não adequados ao uso do cliente. Por conseguinte, a função mercadológica é decisiva na fase de concepção do produto e do serviço, como também na fase de primeiro uso.

Devemos enfatizar, neste ponto de nosso trabalho, que não é só a qualidade do resultado que satisfaz o consumidor, mas também as suas expectativas e a sua percepção do processo, é que determinam a qualidade final do produto ou serviço.

“Saber o que e como fazer, em sentido técnico – comenta Len Berry – não confere necessariamente a compreensão dos desejos e necessidades dos clientes, ou de como eles gostariam que você satisfizesse aqueles desejos e necessidades”.

A solução é desenvolver, administrar, adequar e controlar a tecnologia mercadológica para que ela se adapte continuamente ao sempre mutável consumidor e ao que ele entende como “qualidade”, que nada mais é do que adequação ao uso.

Assim, a área de Marketing deve contribuir com quatro de suas funções mercadológicas para a adequação do produto ou serviço ao uso do consumidor, a saber:

1) definição do conceito do produto e do serviço, através de premissas para o desenvolvimento do projeto;
2) pesquisar o potencial de mercado para o novo produto e/ou serviço;
3) testar o produto e/ou serviço no mercado; e
4) definir o inter relacionamento  dos  elementos do Marketing com o meio ambiente, através do Marketing Mix (os 4 Ps de E. Jerome) e dos 4 As de Raimar Richers.

E quando falamos em planejar, administrar, controlar e, principalmente, em adequar instintivamente concluímos que sem organização não existe empresa, não existe marketing, não existe qualidade e, muito menos, qualidade em marketing.

Pense nisto!


Professor Antomar Marins
Professor Antomar Marins
Professor, Consultor e Autor de Gestão de Mudança e Melhoria de Processor. Foi consultor da United National Industrial Development Organizations - UNIDO, nas áreas de Gestão Estratégica de Negócios e Marketing. Possui o MBA Master Business Administration em Gestão Estratégica pela Qualidade, pela Grifo Enterprise / Tampa of University.








Publicado originalmente em: Blog da qualidade
Acessado em: 12/03/2014 - 21:25; Horário de Brasília


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Pensamento...

"O interesse dos sócios não pode se sobrepor aos interesses da organização"

Autor desconhecido


domingo, 5 de janeiro de 2014

Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS): Solução para os lixões ainda se arrasta no país

lixão

O ano de 2014 poderia ser marcado pela eliminação total dos lixões no Brasil, como prevê a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Entretanto, a mudança da destinação de lixo, no prazo previsto já foi descartada pelos prefeitos, como o Correio mostrou em 2013. Apesar de responsáveis pela implantação de aterros sanitários, eles alegam falta de verbas e de capacidade técnica — até mesmo para elaborar projetos de captação de recursos da União. Um outro ponto da PNRS, bem mais distante, também chama a atenção: como recuperar as áreas de lixões? 

Comprovadas fontes de contaminação do ar, do solo e dos lençóis freáticos, os depósitos de lixo, ainda presentes em 1.579 municípios do Brasil, levarão décadas para ser desativados, período no qual precisarão de cuidados e de investimentos para a descontaminação do meio ambiente e a redução de riscos à população. Matéria do Correio Braziliense, socializada pelo ClippingMP.

“O chorume, resíduo proveniente da degradação do lixo, é altamente poluente, mais de 100 vezes que o esgoto”, alerta Gustavo Souto Maior, professor do Núcleo de Estudos Ambientais da Universidade de Brasília (NEA-UnB). O gás metano, outro produto dos lixões, é altamente inflamável e, se acumulado, pode até causar explosões. “Um aterro sem drenagem é uma bomba”, compara Laís Oliveira, pesquisadora do Grupo de Resíduos Sólidos da Universidade Federal de Pernambuco (GRS-UFPE). Ela cita o Morro do Bumba (veja memória) como exemplo dos riscos que uma área abandonada pode causar. “Isso tem de ser tratado para não ser lançado in natura, a torto e à direito. Vários lixões serão encerrados: o que fazer com eles, como preservar o meio ambiente?”, questiona.

O Plano Nacional de Resíduos Sólidos, desdobramento da PNRS, prevê que até 2031 somente as regiões Sul e Sudeste terão 100% das áreas de lixões reabilitadas com medidas como a captação de gases, coleta do chorume, drenagem pluvial, cobertura vegetal, entre outras. No Norte, Nordeste e Centro-Oeste o índice será de 90%. “Durante muito tempo não poderá ser feito qualquer projeto ali (área de lixão). Não pode ter gente morando. O gás gera risco de explosão ou mesmo de intoxicar as pessoas”, explica Souto Maior. Laís Oliveira trabalha no monitoramento ambiental do Aterro Controlado da Muribeca, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Apesar de o local ser monitorado desde 1994, a pesquisadora lamenta que os prejuízos causados ao meio ambiente ainda não sejam totalmente conhecidos. “Precisamos de poços de monitoramento das águas subterrâneas”, explica. As estruturas só devem ser instaladas este ano, duas décadas depois que a área começou a ser estudada.

“Eu tenho que coordenar o processo, agora quem tem de trazer essas informações (contaminação) são os planos municipais e estaduais (de gestão de resíduos sólidos)”, explicou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante o maior evento já realizado sobre o tema no país, em outubro, na 4ª Conferência Nacional do Meio Ambiente. O Sistema Nacional de Informação de Resíduos Sólidos (Sinir) será lançado este ano pelo ministério e deverá compor um retrato dos locais de destinação de resíduos de todo o país. “Não sou eu que preencho (o Sinir). É o mesmo problema do código florestal: eu dependo dos estados e municípios. Eu faço o sistema”, completou a ministra.

Distrito Federal

O Lixão da Estrutural deve ser substituído ainda neste ano pelo Aterro Sanitário de Samambaia, mas pode deixar como legado problemas ambientais e de saúde. “Ele fica colado ao Parque Nacional de Brasília, que é de onde vem a água que abastece mais de 20% do DF. Ou seja, tem que tomar cuidado para ver se o chorume não está caminhando para as áreas aquíferas”, analisa o professor Souto Maior. “São 30 milhões de toneladas de resíduos enterrados.

Encerrar a operação não significa só fechar o portão”, explica Paulo Celso dos Reis Gomes, subsecretário de Políticas de Resíduos Sólidos do DF. Segundo ele, um estudo será contratado para medir os passivos ambientais e propor a remediação necessária. “Estamos falando de uma ação na faixa de 20 anos. É preciso manter o pessoal lá, com máquinas e equipamentos para fazer a vigilância, analisar o chorume e o gás”, completa o subsecretário.

Colaborou Marianna Rios

Memória

Casos de contaminação

Morro do Bumba, Niterói (RJ)

» Embora inicialmente atribuído a uma explosão de gás metano, o deslizamento de encostas da favela do Bumba foi causada por fissuras nas rochas do topo do morro. A tragédia que vitimou 47 pessoas, durante as chuvas de abril de 2011, no entanto, foi bastante agravada pelo excesso de lixo e a presença de gás debaixo das casas da comunidade, construídas na área de um antigo lixão, conforme apontou o trabalho da perícia.

Shopping Center Norte, São Paulo (SP)

» O centro comercial chegou a ser fechado por dois dias, em outubro de 2011, quando foram constatados altos níveis de gás metano. O shopping foi construído sobre uma área de lixão, desativada na década de 1980. Residências do mesmo bairro passaram pelo problema, devido à proximidade do lixão do Carandiru, operante entre as décadas de 1950 e 1970. Instalações para drenagem do metano foram instaladas.

Aquífero Guarani

» Áreas de recarga do maior reservatório de água doce do mundo estão sob a ameaça de lixões em Ribeirão Preto (SP). Estudos apontam alterações na acidez da água subterrânea, além de forte presença de ferro e manganês.

EcoDebate, 03/01/2014

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Publicado originalmente em: EcoDebate - Cidadania e Meio Ambiente
Acessado em: 05-01-2014; 17:30 - Horário de Brasília