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terça-feira, 2 de junho de 2020

MITUTOYO ENCERRA ATIVIDADES PRODUTIVAS NO BRASIL EM OUTUBRO/2020

A empresa multinacional anunciou nesta segunda-feira (01/06) em comunicado assinado por seu Presidente na América do Sul que a unidade fundada em 1974 (hoje em Suzano-SP) será fechada como parte dos esforços globais para melhorar a eficiência da produção e fortalecer os negócios da empresa no geral. Veja o comunicado, na íntegra, à seguir:


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Pensando em mudar o regime tributário de sua empresa para 2019?

Os meses de Novembro e Dezembro constituem-se no melhor período para as empresas brasileiras escolherem qual será o regime de recolhimento de impostos para o ano de 2019.

Algumas assessorias contábeis, preocupadas com seus clientes e trabalhando para prestar uma consultoria dentro das expectativas contratadas, transmitem um alerta no intuito de assessorá-los na tomada de decisões para o ano de 2019.

Simples Nacional

Já está aberto e vai até 28 de dezembro o prazo para empresários fazerem o agendamento da opção pelo Simples Nacional para o exercício de 2019.

O contribuinte manifesta seu interesse de ingressar no SIMPLES para o ano subsequente e antecipa a verificação de pendências impeditivas ao ingresso no regime. Dessa forma, tem tempo para regularizá-las.

Nos casos em que não houver impeditivos, os cadastros para 2019 será confirmado, e no dia 1° de janeiro do ano que vem será gerado o registro oficial da opção. Caso sejam identificadas pendências, o agendamento não será aceito. O contribuinte poderá regularizar essas pendências e fazer um novo pedido de enquadramento até 31 de janeiro de 2019.

Lucro Presumido

Para o regime do Lucro Presumido é necessário uma analise dos resultados de 2018 comparando com as alíquotas do regime atual do cliente e muitas vezes, a vantagem ocorre se o lucro da sua empresa for superior a base presunção estabelecida pela lei, em IRPJ e CSLL. Mas, é fundamental analisar o comparativo conjunto com PIS e COFINS, que no Presumido não dá direito a créditos. Além disso, se a empresa enfrentar prehjuízos ao longo do ano pagará como se tivesse lucros.

Lucro Real

De igual forma como feito no Lucro Presumido tem que ser feito um estudo minucioso dos resultados anteriores do cliente com projeções futuras. Apesar de este ser um regime de apuração em teoria mais complexo e terem alíquotas de PIS e COFINS mais altas que os outros regimes, elas não são cumulativas o que pode contribuir para reduzir a carga destes tributos. No Lucro Real há compensação de prejuízos fiscais, depreciação, amortização e benefícios fiscais importantes, como a Lei do Bem, PAT, JCP e outros.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

FIEE - Energia para gerar resultados

Com sua abrangência, a FIEE proporciona à sua empresa acesso aos compradores e tomadores de decisão dos mais diversos setores da indústria e do varejo, em busca de soluções em instalações elétricas, eletrônica, energia e automação. 


Automação – automação, nanotecnologia, robótica e tecnologia embarcada
Eletrônica – Equipamentos eletrônicos, de segurança eletrônica, informática, produtrônica, telecom, manufatura em eletrônica (montagem, sistemas e subsistemas)
Equipamentos Industriais – Equipamentos e máquinas para manutenção e instalações industriais.
GTDC (Novo setor) - Geração, Transmissão, Distribuição e Comercializaçao de Energia, Alternativas e Eficiência Energética, Meio Ambiente e Sustentabilidade.

Informações gerais
Nova Data: 25 a 28 de Julho de 2017
Novo Local: São Paulo Expo
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 | Água Funda - São Paulo | SP
Cep: 04301-010





domingo, 9 de abril de 2017

Mas afinal, o que é Growth Hacking?

Por Douglas Souza
Digital Marketer/Growth Hacker

Growth Hacking tem sido um daqueles “trend topics” bem complexos de se explicar. Em seu artigo Growth Hacker is the new VP Marketing, Andrew Chen, hoje head of growth da Uber, popularizou o tema enfatizando a mudança de cultura no Vale do Silício em relação ao novo cenário do marketing, destacando a importância do conhecimento técnico na tomada de decisão. E, com a revolução da internet, é difícil pensar diferente.

Em um mundo com canais extremamente fragmentados, onde há bilhões de usuários demandando conteúdo, produtos e serviços, e que, por outro lado, as barreiras de entrada para a oferta dos mesmos é baixa, cria-se um cenário perfeito para um mercado extremamente dinâmico. Pense. Cada interação dentro de todo esse furacão de informações apresenta uma montanha de dados. Perguntas do tipo “Como faço para adquirir mais usuários?” deveriam ser respondidas com dados, e é aí que entra a parte técnica.

Muitos acreditam que o Growth Hacking é um mix de programação, marketing e ciência de dados.


Eu concordo totalmente e é por isso que eu acredito que Growth Hacking é um processo e um time, e não apenas um profissional ninja lutando contra o marketing tradicional, como muito pintam por aí. É quase impossível ser um excelente programador, conhecer diferentes linguagens e API’s, fazer análise cohort, conhecer todos os canais de aquisição, Search Engine Marketing, Pay Per Click, neuromarketing. É muita coisa.

Então, como seria esse processo?

Calma lá, deixa eu dar uma dica primeiro: antes de pular diretamente para o processo, há algumas questões que devem ser validadas. A primeira e mais lógica é entender o seu modelo de negócios. Eu particularmente adoro o blend entre Business Model Canvas, Value Preposition Canvas e The Hook Canvas. Não vou me delongar neles, mas quando você terminar os três você terá uma visualização muito mais clara do seu segmento, dos argumentos de persuasão e um escopo muito mais claro da sua empresa.

Dica: acompanhe o trabalho do pessoal da Growth Tribe, boa parte do que eu aprendi sobre growth foi com as referências deles.
Mas vamos que interessa!

PRIMEIRA PARTE DO PROCESSO: THE PIRATE FUNNEL

O pirate funnel é uma excelente forma de organizar os seus KPI’s. Dave Mcclure, o criador do funil, conseguiu sintetizar todo o customer life cycle em etapas que simplificam muito na hora de escolher a métrica que realmente importa, a famosa OMTM. Mas nós vamos chegar lá, primeiro vamos dar uma olhada no funil.


Como já havia comentado, hoje em dia tudo é mensurável, portanto, nada melhor que acompanhar o seu futuro cliente desde o momento que ele preenche o primeiro formulário, até o momento que ele convida os seus amigos para usar o seu produto. É importante entender o funil pois quando você começa analisar as métricas referente a cada etapa, você entende os gargalos do seu negócio.

Acquisition

As suas métricas de aquisição devem demonstrar quais canais estão funcionando ou não. Olhe para a taxa de conversão e o custo por conversão de cada canal. Entenda a escalabilidade dos mesmos. Já tive casos em pegar campanhas de adwords com custo por conversão baixíssimo e parcela de impressão (que é a quantidade de vocês que o seu anúncio aparece para cada busca feita) de 15%. Se você encontrou um canal que funciona, foque nele e use apenas uma parte da sua verba para testar os outros.

É muito comum olhar apenas para o tráfego em começos de funil. Se você tem 10.000 pessoas por mês no seu site e uma taxa de conversão de 0.2%, é muito mais fácil aumentar 10x a taxa de conversão do que 10x o tráfego.

Bata forte no CRO na fase de acquisition!

Dica: esse curso de CRO está com um bom desconto no Udemy. Vale cada centavo.

Activation

No mercado de SaaS (Software as a Service), é muito comum usar demonstrações para engajar os usuários com o produto. Se o usuário se registrou para fazer uma demonstração é porque o seu produto conseguiu despertar algum nível de interesse, e isso significa que ele teve uma primeira boa impressão.


Também se faz necessário entender o nível de interação com produto. Digamos que 10 usuários tenham se cadastrado na sua demo e 80% deles tenha ficado apenas 15 segundos. É um péssimo sinal, não é mesmo? Talvez seja hora de repensar a interface, melhorar a UX, ou até mesmo mudar as funcionalidades. É esse tipo de insight que pode levá-lo a ação e melhorar o seu produto.

Você pode facilmente adaptar isso para o seu website, caso não tenha uma demo do seu produto. Verifique os usuários que fizeram + de uma sessão, que ficaram + de 10 seg ou que deram + de 5 cliques, por exemplo. Seja criativo, importante é mensurar o quão fantástica tem sido a primeira experiência do usuário, é disso que se trata essa fase do funil.

Retention

Depois que você testou os seus canais de aquisição e o usuário passou a usar o seu produto, é importante saber se ele está voltando. Muitos irão usar o seu produto uma única vez e nunca mais irão voltar. Isso é problemático pois você gastou tempo e dinheiro na fase de aquisição e retenção.

As métricas aqui são bem relativas. Eu tenho trabalhado com o Nerdspell, um app de relacionamento voltado para o público nerd, e, para nós, mensurar a quantidade de vezes que o usuário usou o app durante o período de uma semana faz todo o sentido, porém nem todos os produtos tem uma necessidade de interação constante. Você deve entender o que significa retenção dentro do seu segmento.

Não saia fazendo ligações comerciais para quem se cadastrou numa demo, tente agregar valor e ajudá-lo. Se você ajudar o usuário demonstrando os principais benefícios do seu produto e conseguir linkar esses benefícios as necessidades dele, sem dúvidas ele estará muito mais propenso a virar uma real oportunidade. Eu cansei de receber e-mails extremamente agressivos apenas por ter me cadastrado em uma demo. Péssima prática.

Referral

Você provavelmente já viu por aí algo como “convide seu amigo e ganhe mais 5GB de espaço livre”. Isso é referral. Fazer com que usuários ativos convidem os seus amigos para testar o seu produto.

O famoso boca a boca é, provavelmente, uma das formas mais baratas e com maior taxa de conversão para se adquirir novos usuários. Mas a verdade é que na maioria dos casos ninguém sai por aí falando sobre o seu produto. Você precisar criar incentivos.

Um dos cases mais clássicos de campanhas de referral é o da Dropbox. A empresa fez diversos experimentos com mídias pagas, inclusive fazendo campanhas de Google Adwords. Eles estavam gastando de US$233 a US$388 para adquirir um usuário que gerava US$ 99 para a empresa. FAIL!


O que realmente alavancou a Dropbox foi a campanha de referral. Para cada amigo cadastrado que o usuário ativo recomendou, ambos ganhavam 500 MB de espaço livre.




É bem provável que você tenha alguma maneira de incentivar os seus usuários a fazer o velho e bom boca a boca.

Recentemente o Rodrigo Noll, Gerente de Marketing da Sbtur e um dos fundados da Growth BR, escreveu um artigo sobre o tema:
Vale a pena a leitura.

Revenue

É onde você descobre se a mágica deu certo ou não. Aumentar o preço do seu produto em 30% pode diminuir a taxa de conversão e o volume de vendas, porém, pode aumentar o MRR (receita recorrente mensal) e o LTV (valor de tempo de vida do cliente).

Consegue entender a importância de por na ponta do lápis o retorno sobre as ações? Nós podemos facilmente nos enganar pelas métricas. Se um experimento aumentar em 10% a taxa de conversão e tiver um custo recorrente que não cubra a receita dada pelo aumento da taxa de conversão, ele é prejudicial mesmo com o aumento de 10%.

Essa é provavelmente a parte mais perigosa do funil e a que mais merece atenção. Recomendo o melhor artigo que você pode ler na vida sobre o tema:


Porque usar o PIRATE FUNEL?

O funil é uma maneira simples de entender as forças e fraquezas do seu negócio. Você conseguirá ter visualização clara das métricas que realmente importam para o crescimento sustentável.


Simples de entender. Simples para se tomar ações.

SEGUNDA PARTE DO PROCESSO: THE ONE METRIC THAT MATTERS (OMTM)

Alguém falou em tomar ações?

A OMTM foi desenvolvida por Alistar Croll e Benjamin Yoskovitz no livro Lean Analytics. Basicamente o que os autores sugerem é que cada fase do processo de crescimento de uma empresa contém apenas uma métrica que realmente importa.

Alistar usualmente exemplifica a OMTM com um pessoa tentando estacionar um carro. Há várias métricas que podem ser levadas em consideração nessa ação, como a temperatura do motor do veículo, a quantidade de combustível ou até mesmo quantidade de passageiros, porém, para esse objetivo essas métricas são pouco relevantes, certo? A métrica que importa nesse caso é a distância do veículo detrás. Essa é a OMTM.

Agora volte e olhe para o seu PIRATE FUNNEL. Qual é a métrica que pode aumentar o seu ROI? Aumento de referrals? Taxa de conversão? Retenção muito baixa?

Para ajudar a determinar a mais importante, você precisa entender a fase que seu negócio se encontra. Peguei esse gráfico emprestado da meetime:



Sugiro a leitura do artigo:

Então, depois que você olhou para o seu PIRATE FUNEL e identificou a fase que o seu negócio se encontra, você já deve ter a OMTM. Agora ela entrará no ciclo G.R.O.W.S, que faz parte das próximas partes do processo.

Por que usar a OMTM?

Pra mim, o grande salto do Growth Hacking para o marketing tradicional é a capacidade de foco. É muito comum times de marketing criarem campanhas sem ter um objetivo claro. Além disso, muitas vezes há 4 ou 5 campanhas rodando (lá vem o princípio de paretto de novo).

No processo de Growth você identifica o que deve melhorar para depois pensar em otimizações ou campanhas.

TERCEIRA PARTE DO PROCESSO: G.R.O.W.S

Reforçando: boa parte do meu material de estudo vem da Growth Tribe, inclusive o framework que vou compartilhar com vocês a seguir.



Como você provavelmente reparou, o processo a partir de agora é cíclico. Note que a OMTM está no meio, reforçando aquilo que escrevi anteriormente: o foco das ações giram em torno da métrica.
Para facilitar o entendimento vou separar a última parte do processo em etapas, seguindo no sentido horário, que é o correto.

G.R.O.W.S:

Gather Ideas
Rank Ideas
Outline experiments
Work work work
Study data

Gather Ideas

Você irá começar o processo criando um backlog de todas as ideias que façam sentido para melhor a OMTM. Não tenha muito filtro, é hora de pensar fora da caixa.

Há inúmeras formas de gerar insights: olhando as suas ferramentas de web analytics, entrevistas/pesquisas com usuários, testes de usabilidade, Business Intelligence, e, pelo amor de deus, comunique-se com o time de vendas.

Rank Ideas

Depois de ter o seu backlog pronto é preciso priorizar os seus experimentos e os canais que você irá utilizar. Confesso que não tenho o costume de usar uma maneira cientifica para priorizar os experimentos. A esse ponto eu já estou utilizando o bullseye framework e sei os canais que devo utilizar.

Sugiro que use o BRASS. Eu honestamente achei muito trabalho para coisas que eu poderia ver “no olho”. Mas se você não se sente confortável usando um pouco a sua experiência/intuição. Just do it.

Outline experiments

Agora é a hora de pegar as suas ideias com maior ranking, chamar o time técnico e entender a viabilidade dos experimentos.
Faça isso para minimizar os riscos/custos de algo dar errado.

Work Work Work

Faça. Simplesmente faça.
Lembra da parte técnica? Pois é.

Study data

Hora de cair fundo nos dados e entender quais foram os impactos na OMTM. Dê o devido grau de importância para os dados qualitativos e quantitativos. Usualmente os dados quantitativos mostram o que está errado, mas são os qualitativos que demonstram como melhorar.

Novamente a melhor forma de fazer isso é cair pra cima das suas ferramentas de web analytics e BI. Com os resultados você saberá se o experimento foi bem sucedido ou não. Se foi bem sucedido, parabéns. Se não, volte para o seu backlog e pegue a sua segunda hipótese.

Importante

A grande maioria dos experimentos falha. É por isso que é importante segurar as expectativas e entender que as falhas contribuem para um processo de aprendizagem enorme.
Nem todo o resultado é a “bala de prata”. Nem sempre o sucesso de um experimento irá trazer milhões para a empresa. Mas eu garanto que uma série de pequenas vitórias podem trazer resultados extremamente significativos.

Sugestão de ferramenta para gerenciar os experimentos

Eu tenho usado o Pipefy e ele é excelente pra se livrar das planilhas. É extremamente intuitivo e adaptado ao processo de growth e o PIRATE FUNNEL.

CONCLUSÃO, DÚVIDAS E CRÍTICAS

Growth Hacking não é CRO, não é bala de prata e, definitivamente, não é algo que nós “sempre fizemos”. É um processo novo que eu acredito que veio para ficar. Há uma expansão absurda do mercado de SaaS e Apps e essas mudanças surgiram por consequência do cenário.

Dicas, dúvidas e críticas. Chame no meu Linkedin.

Acessado em 09/04/2017, 13:10 - Horário de Brasília




quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Publicação de agência da ONU analisa impactos da certificação ISO 9001 no Brasil

A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e parceiros lançaram nesta semana a publicação “ISO 9001 — Relevância e Impacto no Brasil”, cujo objetivo é ajudar a promover o comércio internacional sustentável e inclusivo.

 Publicação analisou impactos da certificação ISO 9001 no Brasil. Foto: EBC

A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e parceiros lançaram nesta semana a publicação “ISO 9001 — Relevância e Impacto no Brasil”, cujo objetivo é ajudar a promover o comércio internacional sustentável e inclusivo.

A publicação foi preparada pela UNIDO em parceria com Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), Organização Internacional para Padronização (ISO, na sigla em inglês) e Fórum Internacional de Acreditação (IAF). A ISO 9001 é um conjunto de normas de padronização para um determinado serviço ou produto.

“Esta primeira análise do atual status da ISO 9001 no Brasil forneceu conhecimentos valiosos sobre como os consumidores brasileiros veem a efetividade da certificação e as perspectivas das organizações no país que implementaram sistemas de gestão de qualidade”, disse o diretor-geral da UNIDO, LI Yong.
“Tenho certeza de que esta análise será útil para todas as partes interessadas, e contribuirá para o objetivo geral de promover um comércio internacional inclusivo e sustentável”, completou Yong.

De acordo com pesquisa da Organização Internacional de Padronização, o Brasil tem o maior número de certificados ISO 9001 da América do Sul, com atualmente mais de 18 mil organizações certificadas por órgãos certificadores nacionais e internacionais.

Publicado originalmente em: Portal das Nações Unidas
Acessado em  14/09/2016, 9:20 - Horário de Brasília


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Mate a burocracia antes que ela mate seu negócio!

 
Já não é novidade que a competitividade nos diversos segmentos de mercado representa um desafio às empresas, não importando seu porte, com o cliente subjugando-as cada vez mais à um regime de redução de preços com aumento do valor agregado aos seus produtos e serviços oferecidos.

Dentre os diversos estilos de gestão, destaca-se o do Dr. Ichak Adizes da Academia Internacional de Administração, o qual define que as empresas, assim, com organismos vivos, nascem, crescem e morrem...
 
Cada estágio do ciclo de vida de uma organização possui seus desafios:

INFÂNCIA:
Necessidade de dinheiro e de capital de giro; comprometimento do fundador.

PRÉ-ADOLESCÊNCIA:
Resistir à tentação de se envolver em empreendimentos maiores que a capacidade atual da empresa; Ausência de sistema de controle.

ADOLESCÊNCIA:
Crise de liderança; Menos atenção aos clientes externos e priorização das necessidades internas.

PLENITUDE:
Manutenção do equilíbrio de autocontrole, flexibilidade e do espírito empreendedor.

ESTABILIDADE:
Envelhecimento da empresa; Retomada do espírito de criatividade, inovação e incentivo as mudanças.

ARISTOCRACIA:
Voltar as decisões essenciais; Reaprender a lutar para enfrentar os adversários mais jovens; Identificar qual é o seu negócio e qual é o seu valor para os clientes.

PRÉ-BUROCRACIA:
Paranoia gerencial em resposta aos maus resultados; Substituir práticas ineficazes; Assumir o controle, levando a empresa à sua essência lucrativa.

BUROCRACIA E MORTE:
Não há mais mudança; A organização deixa de reagir às mudanças ao meio ambiente; Simplesmente mudar a liderança gerencial não leva à cura; É essencial reativar o empreendedorismo e o comprometimento das pessoas.

Como se vê, a Metodologia Adizes tem o princípio fundamental de trabalho que todas as organizações, da mesma forma que os organismos vivos, têm um ciclo de vida e exibem padrões de comportamento repetitivos e previsíveis. Se todos organismos vivos tendem a morrer, com as empresas não será diferente. Mas como detectar estes sinais?

As últimas 03 fases do Ciclo da Vida das Organizações de Adizes (Pré-Burocracia, Burocracia e Morte), são as fases onde os aspectos culturais e o estilo dos responsáveis pelas áreas favorecem o surgimento de conflitos e ninguém se sente responsável por nada; onde a empresa apresenta muitos sistemas de pouca funcionalidade e ninguém sabe tudo o que precisa ser feito ficando sem fazer nada e onde é quando ninguém mais se compromete com a organização, deixando a cada dia as atividades básicas de lado, resultando consequentemente na sua morte.


Fontes consultadas:
Portal Administradores
Instituto Adizes do Brasil

Fábio Carvalho possui vivência de mais de dez anos implementando, coordenando e auditando Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiental.
Licença Creative Commons
Mate a burocracia antes que ela mate seu negócio! de Fábio Carvalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

"Menos Gasolina, Mais pedal"

Bike Courier: uma ideia verde que vem ganhando espaço!

Direitos da Imagem Desconhecidos


segunda-feira, 9 de maio de 2016

LINKEDIN: 15 dicas para atualizações de sua company page



Nunca se falou tanto em engajamento como nos últimos tempos. Há sempre alguém produzindo informação e alguém consumindo informação. Engajar, neste contexto, significa despertar mais do que interesse momentâneo de sua audiência, mas despertar nela o desejo de seguir sua página e acompanhar seu conteúdo, dando à você ou à sua empresa a preferência no consumo das informações relevantes.

Engajar está para o marketing de conteúdo como fidelizar está para o mercado de bens tangíveis.

Pensando nisso, o LinkedIn lançou um tutorial em inglês com 15 dicas para atualizações de sua company page.
Segue abaixo tradução livre:










1° PENSE COMO UM JORNALISTA

Não enterre seus leads; Introduções concisas e cabeçalhos chamativos são mais propícios à alcançarem resultados em altos engajamentos


2° SEMPRE INCLUA UM CHAMADO CLARO À AÇÃO
Quando comparados à atualizações sem links, incluir um link pode multiplicar o engajamento por 2


3° FAÇA PERGUNTAS QUE LEVEM À PENSAR, PARA ENVOLVER SUA AUDIÊNCIA
Inicie uma conversa fazendo uma pergunta relevante ao seu público alvo.


4° SEMPRE INCLUA UMA IMAGEM OU ALGUM TIPO DE MÍDIA
Inclua uma imagem atraente ou alguma forma de mídia que enriqueça seu texto. Imagens geralmente resultam em um aumento de 98% de comentários


5° ANTES DE POSTAR, VERIFIQUE DUAS VEZES A APARÊNCIA DA IMAGEM
Quando "linkado" à conteúdo externo, esteja certo de que sua atualização tem uma imagem pertinente.


6° POSTE VÍDEOS DO YOUTUBE PARA ENCORAJAR COMPARTILHAMENTOS
Links para vídeos do YouTube tocam diretamente na página do LinkedIn e usualmente resultam em um aumento na taxa de compartilhamento de 75%


7° TORNE SEU CONTEÚDO AGRADÁVEL E CONSISTENTE ("SABOROSO E VALIOSO")
Desenvolva conteúdo que seja rápido de consumir e com alta qualidade, de forma que os membros quererão compartilhar com seus contatos


8° EVITE O EXCESSO DE HASHTAGS (HIPER TARGETING)
Não adicione tantas hashtags filtros de conteúdo, de forma que possa excluir audiências em potencial


9° TESTE PARA COMPREENDER SUA AUDIÊNCIA
Experimente para encontrar o equilíbrio certo. Considere misturar posts de entretenimento e inspiradores com atualizações informativas e intuitivas.


10° CRIE UM CALENDÁRIO EDITORIAL, MAS REAJA OPORTUNAMENTE AOS EVENTOS
Utilize seu calendário editorial como um guia, mas seja flexível o bastante para responder à novidades relevantes, tópicos e tendências


11° ENGAJE-SE COM OS MEMBROS ATRAVÉS DE COMENTÁRIOS
Mantenha a conversa em andamento. Monitore discussões e remova comentários inapropriados.Desenvolva um plano pró-ativo para lidar com qualquer problema com clientes que possa vir à tona


12° MONITORE, ANALISE E REFINE SEU CONTEÚDO
Rastreie quaisquer ferramentas analíticas disponíveis. Dê atenção aos interesses de sua audiência, tipos de conteúdo, hora do dia e frequência com que mais interagem - e faça mais do que isso!


13° PATROCINE SEU MELHOR CONTEÚDO
Atualizações patrocinadas permitem alcançar sua audiência além de seus seguidores. Identifique seu conteúdo com melhor performance e patrocine-o!


14° AVALIE E OTIMIZE SUAS ATUALIZAÇÕES PATROCINADAS
Com as ferramentas de relatórios detalhados do LinkedIn, você pode monitorar a performance de suas atualizações patrocinadas e ajustá-las para torná-las mais efetivas


15° NÃO SE PRENDA A TRABALHAR SOMENTE DURANTE A SEMANA
Profissionais engajam com atualizações patrocinadas através de dispositivos móveis durante a semana, com forte engajamento durante os finais de semana também. Considere adotar uma abordagem "sempre online".


Quer saber mais?
Entre:







Fábio Carvalho  possui vivência de mais de dez anos implementando, coordenando e auditando Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiental.  

 
Licença Creative Commons
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Parábola sobre como encantar seu cliente

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia. Quando chegou a recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave.


Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:
Benvindo ao Venetia!

Três minutos apos essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.

No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fosforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte.

Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, ate então. Assinou a conta e retornou
para o quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os
travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela!

Na manha seguinte, o hospede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: “Sua marca predileta de café. Bom apetite!” Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe?
De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.

Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal.
“Mas, como pode?! E o meu jornal! Como eles adivinharam?”
Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia. 

O cliente deixou o hotel encantando. 
Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. 

Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial?
Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.

Autor Desconhecido