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sábado, 9 de novembro de 2013

Endobranding: Você sabe o que é?



“Endobranding é a forma de a instituição vender, humanizar e difundir uma mensagem, um determinado conceito ou uma ideia que a empresa acredite, fortemente aos seus colaboradores”
Fonte: Fábio Bandeira de Mello, Revista Administradores

Endobranding: uma nova forma de reforçar a marca


Você já ouviu falar do branding interno? Ainda não? O novo conceito pode ser exatamente o que faltava para impulsionar os seus negócios e sua marca.
Marcas, empresas, pessoas, ações, produtos, estratégias, criatividade, metas. Essas, sem dúvida, são palavras continuamente repetidas por todas as pessoas envolvidas com o marketing de uma organização. E, no fundo, os objetivos giram em torno de duas premissas básicas: despertar a atenção do público-alvo e fazer com que esse público lembre o que foi dito, mesmo inconscientemente. Afinal, ninguém quer dar um duro danado em planejar uma campanha para que ela seja completamente esquecida pelo receptor após dez segundos de vê-la.
E quando se fala em público, pensar apenas nos consumidores fora da empresa pode ser um erro estratégico sem igual. Infelizmente, algumas empresas ainda investem muito em comunicação para o mercado, para conquistar clientes, mas nem sempre têm o mesmo cuidado em relação ao público interno. Afinal, aqueles que compõem o dia a dia de uma organização, além de colocarem em funcionamento o negócio, são a verdadeira imagem que a organização vai transmitir para as pessoas de fora.
“Vale destacar que temos um mercado consumidor cada vez mais exigente e mais informado. Um consumidor atento à postura e à atitude da marca. Um consumidor que não tolera um discurso dissonante da prática. Não há como esconder as incoerências estratégicas e os antagonismos existentes entre imagem e identidade. Uma empresa que fala em conexão e comunicação, por exemplo, e não abre espaço para o diálogo interno, certamente não sustentará a sua promessa”, indica Luciane Paim, sócia da agência Oito Endobranding.

Por isso, dar a devida importância ao público interno, seja através de um mix de ações, que podem ser desde o oferecimento de cursos, treinamentos, benefícios agregados e campanhas específicas se torna uma ferramenta para diminuir a rotatividade de pessoal e dar mais motivação, eficiência e qualidade de vida aos colaboradores.
Um conceito que surge como novidade e tem se mostrado eficiente ao trabalhar em conjunto com outras estratégias para o público interno é o endobranding. A ideia é fortalecer uma identidade interna a ser compreendida e valorizada por funcionários de uma organização.
“Endobranding é a forma de a instituição vender, humanizar e difundir uma mensagem, um determinado conceito ou uma ideia que a empresa acredite fortemente aos seus colaboradores. É trabalhar a mesma identidade visual e começar a ter uma estratégia de uniformização na marca para que ela tenha uma cara facilmente assimilada, memorizada e aceita pelo público interno”, indica Paulo Ricardo Meira, doutor em Marketing pela UFGRS e professor do Instituto Legislativo Brasileiro.
Na nova edição do livro Administração de Marketing, os renomados autores Philip Kotler e Kevin Keller já trazem esse conceito e destacam se tratar de “atividades e processos que ajudam a informar e inspirar os funcionários”. Sendo o endobranding o gerenciamento da marca, por exemplo, em um programa motivacional para funcionários, nos eventos que forem planejados, no plano de carreira estabelecido, ou em alguma outra ação envolvendo a organização.

Conheça bem a empresa


Assim como o desenvolvimento e a fixação de qualquer marca, os resultados do endobranding não são automáticos, afinal, não dá pra construir uma marca respeitada, seja ela para o público interno ou externo, em apenas uma ação. Um estudo desenvolvido pela Universidade da Califórnia confirma essa premissa. Os pesquisadores realizaram uma série de experimentos e constataram que frases repetidas, depois de um tempo, são absorvidas mais facilmente pelos ouvintes. Quem escuta, aos poucos, fica familiarizado com o argumento.
Quem trabalha no dia a dia com essa estratégia sabe que uma boa fixação não nasce do dia para a noite. “Endobranding é um processo que demanda certo tempo e envolvimento. Em geral desenhamos um modelo de trabalho em conjunto e vamos adequando as rotas de acordo com as necessidades e de forma integrada com o cliente”, conta Luciane Paim sobre o trabalho desenvolvido pela agência Oito Endobranding.
E para a implementação dessa estratégia, um passo se torna essencial. “A única etapa que é fundamental e não podemos abrir mão é iniciar todo e qualquer trabalho a partir de uma profunda imersão no contexto interno da empresa em questão através de entrevistas, grupos de discussão, observação participante, discussões informais e pesquisas online”, indica Luciane.
Uma das empresas que apostaram nesse conceito foi a Empório Body Store. De acordo com Tobias Chanan, CEO da companhia, uma marca se constrói nos detalhes do dia a dia e o alinhamento da comunicação entre a equipe interna é fundamental para que a entrega seja a esperada pelos clientes. “O aprendizado que tivemos foi comprovar que o alinhamento entre quem somos e porque existimos será decisivo para atingir dos objetivos da companhia”, destacou em seu depoimento ao Oito Endobranding.
A ideia é que as marcas não sejam parte das estratégias de comunicação, mas sim parte estratégica da consolidação da proposta do negócio como um todo. A verdade da empresa deve estar imbuída na atitude e na certeza de seus funcionários que criam e transformam juntos o resultado final, materializando mais que um produto: uma identidade.

NA PRÁTICA


Um exemplo do branding interno é a ação “Senado Solidário”, feito pelo Senado Federal. A imagem de uma flor buscou fazer uma associação positiva com cuidado e carinho e serviu de marca guarda-chuva para diferentes ações de solidariedade, reunidas no hotsite “Senado Solidário” (figura1). O símbolo é então desdobrado em campanhas específicas, como se percebe nas campanhas do Agasalho e Doação de Sangue, em 2012 (figura2 e 2.1) Ambas as campanhas, realizadas em 2012, superaram o êxito do ano anterior, no qual não havia ainda uma estratégia de branding organizada. A identidade visual prosseguiu em 2013 (figura 3), na qual foi possível maior identificação profissional às campanhas.

NÃO CONFUNDA


Endomarketing
Um conjunto de ações utilizadas por uma empresa para vender a sua própria imagem a funcionários e familiares. É a utilização de modernas ferramentas de marketing, porém, dirigidas ao público interno das organizações.

Endobranding
Atividades e processos de administração de marca em programas internos e motivacionais que ajudam a informar e inspirar os funcionários.

*Definição de Paulo Meira, professor e doutor em Marketing pela UFGRS


Publicado originalmente em: Blog R2 Creative
Acessado em: 09/11/2013; 16:10 - Horário de Brasília

Sociedade B: você pertence a ela?

Sensação de ser improdutivo? Ter sono e preguiça em excesso durante o dia? Problemas para chegar ao trabalho no horário por acordar sempre atrasado?


Conseguir pegar no sono somente de madrugada?  Se você passa por algumas das características questionadas acima, talvez você pertença à sociedade B. Agora, o que é a sociedade B?


A propagação da sociedade B foi realizada pelo instituto B-Samfundet, que tem sede na Dinamarca, onde o movimento e estudo sobre o tema iniciaram em 2006. A proposta já foi introduzida, também, na Noruega, Finlândia e Grã-Bretanha.

O B-Samfundet realiza estudos sobre o comportamento produtivo de cada indivíduo, as pesquisas são de cunho científico e constatou que cada indivíduo tem seu próprio ritmo biológico, uma espécie de “relógio interno” que é geneticamente determinado.
De acordo com as pesquisas, uma “pessoa B” possui um ritmo interno de 25 a 27 horas, enquanto o de uma “pessoa A” tem um ciclo de 23 horas. As “pessoas B” são mais produtivas no final do dia e têm dificuldades de despertar de manhã cedo, que é quando as “pessoas A” são mais ativas.

O propósito dos estudos e do movimento é provar que nem todos podem ser enquadrados no modelo comercial de trabalho, ou seja, é um movimento contra a tirania do despertador, que ao mesmo tempo se encaixa no debate sobre a criação de uma sociedade de horários mais flexíveis, com maior equilíbrio entre trabalho e lazer – e melhor qualidade de vida.

Uma solução para a sociedade B


Em uma entrevista concedida para a BBC Brasil a vice-presidente do B-Samfundet, Erika Augustinsson, afirmou que o objetivo da instituição é acabar com as rígidas disciplinas de horário da sociedade industrial, em que todos chegam ao mesmo tempo e saem na mesma hora.

Os países que tiveram a iniciativa já estão solucionando o problema propondo horários diferenciados de trabalho e escolas com período noturno para atender a demanda da sociedade B. Mas, isso só é possível na Europa ainda, por aqui, teremos que driblar nosso relógio biológico e sobreviver.

Publicado originalmente em: Carreira e Sucesso - Catho
Acessado em: 09/11/2013; 15:50 - Horário de Brasília.


domingo, 3 de novembro de 2013

O que é um risco positivo em um projeto?

O que é risco positivo em Projetos?



Imagem cortesia de Mack2happy / FreeDigitalPhotos.net


Os riscos são grandes coisas assustadoras que podem prejudicar nosso projeto e causar dores de cabeça para nenhum fim.Além disso, vamos preparar estratégias de mitigação, o que significa fazer o trabalho para as coisas que irão ocorrer, provavelmente, nunca!Ninguém aprecia o trabalho adicional. Isso pode tornar a vida do gerente às vezes negativo à medida que trabalhamos para evitar esses eventos adversos ocorrem projeto.


"Tome um risco" é visto como uma coisa ruim que poderia trazer um resultado lamentável. Você não toma riscos, como esqui go sem o equipamento adequado ou comer fugu (baiacu), que não foi bem preparado. Você não quer arriscar muito em um projeto, se tudo der errado eo projeto acabará por ser interrompido ou não produzir os resultados esperados, o que teria um efeito negativo sobre a sua carreira. Em nossa vida pessoal como profissional, assunção de riscos deve ser considerado cuidadosamente antes de saltar para a água. Apenas no caso de ...


Os riscos podem ser bons!


Infelizmente, fomos condicionados a pensar sobre o risco de uma forma negativa. O risco para esquiar sem o equipamento adequado é cair e quebrar a perna, arruinando as suas férias e confiar em seus amigos para fazer uma xícara de chá enquanto você quer estar com eles nas pistas.

E se isso voltar na sua cabeça? E se o risco que significava a descoberta de uma maneira totalmente diferente de esqui que foi lançada uma tendência e salvar um monte de dinheiro para as pessoas que vão esquiar?

Os riscos podem ter resultados felizes, em um nível pessoal, e em seus projetos.No escritório muitas vezes você vai ouvir falar sobre esses riscos, as oportunidades prazo.


Tipos de riscos positivos

Imagem cortesia de Pakorn / FreeDigitalPhotos.net

Riscos positivos podem se manifestar de muitas formas, mas eles são difíceis de ver porque nossa mente está condicionada a vê-los todos tão ruim. A maneira mais fácil de descobrir a maneira positiva de risco é fazê-lo da mesma forma que os riscos negativos.Trabalhar com sua equipe para listar as oportunidades que poderiam afetar o projeto. Faça um brainstorm sobre todas as coisas boas que poderiam acontecer. Isto poderia ser:

  • Receber tantas chamadas para o seu produto que você percebe mais vendas do que o esperado.
  • Ganhar um novo contrato com suas habilidades fantásticas em gerenciamento de projetos.
  • Vender mais cópias de seu software que você pensou, o que significa que você está sobrecarregado com encomendas.
  • Receber 10 vezes mais visitas ao seu site do que o esperado, graças ao bom site de anúncios.

Depois de ter identificado todos os riscos que teriam um impacto positivo no seu projeto, você pode começar a pensar em como respondê-las.

Maneiras de responder a um risco positivo


Há quatro maneiras de responder a um risco positivo. Eles formam a sua estratégia para lidar com os riscos e eles são um pouco diferentes daqueles relacionados com riscos de deterioração.

1. Para começar, você operar o risco .
Operar um risco significa fazer tudo em seu poder para aumentar as chances de que ele vai se materializar. Por exemplo, se você quiser mais visitantes ao seu site, gastar tempo para fazer publicidade positiva da mídia, escrever comunicados de imprensa e envolver sua equipe de comunicação interna.

2. Você também pode compartilhar o risco com alguém.

Imagem cedida por Stuart Miles / FreeDigitalPhotos.net

Na verdade, às vezes você não consegue alcançar todos os benefícios de se hospedar oportunidade única. Por exemplo, você quer certificar-se de que o armazém está pronto para lidar com todas as suas ordens, trabalhando com a equipe sobre o processo de encomenda. Você pode esperar um processo de transporte JIT (just in time) para não parar muito estoque, garantindo a disponibilidade rápida.Seus benefícios do projeto porque os clientes podem receber rapidamente o produto e equipe de armazém evitando ter muitos comandos que seria difícil de responder, ao mesmo tempo. Você pode até mesmo colaborar com os concorrentes se podem beneficiar toda a indústria.

3. A terceira resposta é aumentar o risco .

Isso significa entender a causa raiz. Depois, você pode influenciá-lo, de novo para aumentar suas chances de se materializar. Por exemplo, se você quiser aumentar suas chances de ganhar este novo contrato, você deve garantir que sua equipe tem excelentes habilidades em gerenciamento de projetos. Você pode aumentar a probabilidade de ganhar por formação de organização, envolvendo-se em eventos relacionados ao seu setor, com destaque para os perfis dos membros de sua equipe, etc.

4. Finalmente, você pode aceitar o risco e não fazer nada mais.

Esta é também uma opção para riscos negativos. Você simplesmente especifica que você está ciente dessa possibilidade e não vai fazer nada sobre isso. Se isso acontecer, acontece e você vai tratar neste momento.


Gerente de um risco positivo


A gerente de risco positivo é o mesmo que para os riscos negativos . Você pode usar a ferramenta de gerenciamento de projetos para gravar os riscos e planos de ação que os acompanham. Lembre-se de atribuir um proprietário de riscos, acrescentar a data em que o risco foi percebido e qualquer ação que se seguiu. E construir o seu registro de riscos com esta informação. Você não precisa de um registro de riscos positivos separado. É o mesmo que os riscos negativos.




Regularmente rever seus riscos positivos e verificar o seu estado.Têm agora mais provável de ocorrer? Menos? Será que seus planos têm sido eficazes? o que você pode fazer agora para melhorar? Mantendo o seu registro atualizado, pois isso também vai ser útil quando você quiser rever o sucesso do projeto em sessões post mortem.


Riscos ou oportunidades positivas pode ser ótimo para o seu projeto e você, como um gerente de projeto. O gerente eficaz é uma boa maneira de mostrar o quanto valor que você traz para a empresa e por que eles precisam para gerenciar seus projetos!

Facilmente manter o seu risco cadastro atualizado comProjectManager.com . Permitir que os membros de sua equipe entender os novos riscos e vê-lo aparecer imediatamente na tela do monitor. Você pode atribuir imediatamente tarefas aos membros da equipe para aumentar suas chances de riscos positivos e fazer excelentes oportunidades para o seu projeto.

Publicado originalmente em: Dantotsupm.com
Acessado em 03/11/2013; 11:30 - Horário de Brasília


Termos e Definições: Kaizen





Publicado originalmente em: Canal Grupo Lean do Youtube 
Acessado em 03/11/2013; 10:45 - Horário de Brasília

sábado, 12 de outubro de 2013

Pesquisa – Certificação ISO 9000

Por Alfredo Carlos Orphão Lobo

Diretor da Qualidade do Inmetro 

A gestão de um sistema complexo, com vários atores e clientes, como é o caso do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade – SBAC, exige um cuidado especial quanto a sua credibilidade junto às partes interessadas.

Por conta disso, o Inmetro, em parceria com o Comitê Brasileiro da Qualidade – CB 25, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, elegeu o acompanhamento no mercado dos impactos e resultados das certificações dos Sistemas de Gestão da Qualidade com base nos requisitos da Norma ABNT NBR ISO 9001, por ser um programa de certificação bastante emblemático dentro do sistema, como forma de avaliar a credibilidade das certificações feitas no país.

A pesquisa de satisfação junto às empresas certificadas já vem sendo feita rotineiramente, com resultados bastante animadores. Mas, será que as empresas clientes, ou seja, que adquirem produtos e serviço fornecidos pelas empresas certificadas, estão satisfeitas? Será que elas realmente dão preferência a comprar em fornecedores certificados?

Esta é a primeira pesquisa feita envolvendo empresas certificadas pela ABNT NBR ISO 9001 e as não certificadas. Os resultados gerais denotam um maior nível de satisfação com as empresas certificadas do que com as não certificadas na relação comprador - fornecedor. 


São pontos que merecem ser destacados:


a) três quartos das empresas consideram que a qualidade intrínseca dos produtos produzidos pelos fornecedores certificados é melhor, e cerca de um quarto julga que não existe diferença;


b) dois terços das empresas consideram que a qualidade do atendimento é melhor nos fornecedores certificados. O terço restante julga que não existe diferença;


c) um percentual acima de 75% das empresas julga que o tratamento das reclamações realizado por um fornecedor certificado é melhor do que o realizado pelos não certificados. Mesmo as empresas não certificadas (59,4%), reconhecem que o tratamento dos fornecedores certificados é melhor.

Tão ou mais importante do que os resultados obtidos na pesquisa são as ações de melhorias que podem ser desenvolvidas. Neste aspecto, cabem ser destacadas:

a) a equivalência nos resultados das micro e pequenas empresas, nos das não certificadas e nos das que atuam no comércio, mostra que existe um percentual alto de MPEs nesse grupo que não possui certificação ISO 9000. Esta constatação sugere ações para a criação de uma base tecnológica acessível às empresas de pequeno porte e às que atuam no comércio.

b) a pouca exigência, entre as empresas, mesmo entre as certificadas, da certificação ISO 9000 na seleção dos fornecedores. Este resultado sugere a realização de estudo mais aprofundado sobre o real valor da certificação ISO 9000 no aumento da confiança do comprador de que os seus requisitos serão atendidos

pelo fornecedor.


c) a utilização da certificação ISO 9000 como ferramenta de propaganda, e na forma imprópria, poderá vir a disseminar o descrédito quanto a sua eficácia.

Este aspecto indica a necessidade de um posicionamento muito firme das certificadoras em verificar, por ocasião de suas auditorias, se o SGQ está, realmente, operando com eficácia, e se a marca de conformidade está sendo usada corretamente.

Cabe ressaltar, também, que outras questões ligadas à política de compra das organizações e a de recebimento dos produtos comprados, também foram pesquisadas.

O desafio de prover credibilidade a um Sistema de Avaliação da Conformidade é constante. Neste sentido apreciaríamos receber comentários e sugestões de aperfeiçoamento.

Publicado originalmente em: Avaliação da Conformidade - Inmetro
Acessado em: 12/10/2013 - 11:10; Horário de Brasília