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segunda-feira, 8 de junho de 2015
domingo, 7 de junho de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
INFOGRÁFICO: Entrevista de Emprego
Marcadores:
Gestão de Pessoas,
Infográfico,
Profissional
05 de junho - Dia Mundial do Meio Ambiente
Criação do Dia Mundial do Meio Ambiente
O Dia Mundial do Meio Ambiente é
comemorado todo dia 5 de junho de cada ano. Esta data foi estabelecida
pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 15 de dezembro de 1972,
durante a Conferência de Estocolmo, que tratou do tema Ambiente. Foi
durante esta conferência que foi aprovada também o Programa das Nações
Unidas para o Meio Ambiente.
Objetivos
A criação desta data teve como objetivo
principal a conscientização da população mundial sobre os temas
ambientais, principalmente, aqueles que dizem respeito à preservação.
Desta forma, a ONU procurou ampliar a atuação política e social voltada
para os temas ambientais. Era intenção da ONU também, transformar as
pessoas em agentes ativos da preservação e valorização do meio ambiente.
Importância e comemoração
Nesta data, ocorrem diversos eventos no
mundo todo. Palestras, campanhas educativas, documentários e eventos são
realizados, em vários locais, com o propósito de despertar as pessoas
para esta importante questão mundial.
Em muito países ocorrem acordos ambientais e definição de políticas voltadas para a proteção do meio ambiente.
Esta data é muito importante nas
escolas, pois os alunos, em estágio de formação, podem desenvolver uma
consciência ambiental que é fundamental para o futuro do planeta.
Você sabia?
- Em 22 de fevereiro é comemorado o Dia
da Criação do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
Acessado em: 05/06/2015, 11:15 - Horário de Brasília
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Fiocruz busca validar o método alternativo HET-CAM ao uso de animais em pesquisa
publicado em: 28/05/2015
Geral
Um
ovo de galinha embrionado tem parte de sua casca retirada para se expor
uma membrana interna conhecida como corioalantoide. Nela, os técnicos
podem realizar estudos que simulem os efeitos vasculares semelhantes aos
que ocorrem no olho humano, quando exposto a xampus e colírios,
permitindo defini-los como irritantes ou não.
Foto: freedigitalphoto
Fato comum nos EUA, Canadá, Japão e em vários países da Europa, a validação de métodos alternativos ao uso de animais nunca ocorreu na América Latina. Contudo, uma iniciativa do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS)
da Fiocruz pretende, de forma inédita no continente latino, fazer
reconhecer um ensaio alternativo sob o ponto de vista legal e
regulatório. “Nossa intenção é validar e, mais que isso, aprender a
validar para futuramente podermos trabalhar com outras metodologias ainda inéditas”,
explica o biólogo Octávio Presgrave, coordenador do Centro Brasileiro
de Validação de Métodos Alternativos (BraCVAM), criado pelo e situado no
INCQS.
A metodologia a ser validada chama-se HET-CAM. Um ovo de galinha embrionado tem parte de sua casca retirada para se expor uma membrana interna conhecida como corioalantoide.
Nela, os técnicos podem realizar estudos que simulem os efeitos
vasculares semelhantes aos que ocorrem no olho humano, quando exposto a
xampus e colírios, permitindo defini-los como irritantes ou não. O
HET-CAM, caso validado, deverá compor uma bateria com outros testes que,
juntos, visam substituir o atual uso de coelhos – se o teste com esses
animais é único; sua alternativa exige a composição entre várias etapas,
sendo o HET-CAM apenas uma delas. Presgrave diz se tratar de um método
relativamente simples: “optamos por essa simplicidade por ser nossa
primeira vez; assim poderemos partir com mais segurança para outros mais
complexos no futuro”, diz.
A validação de métodos alternativos costuma ser
bastante cara é só ocorre agora devido à importante ajuda do Ministério
da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio de sua Rede Nacional
de Métodos Alternativos (Renama) e do CNPq. Contudo, uma vez efetuada, o
novo ensaio pode representar uma grande economia. “No caso do HET-CAM,
por exemplo, ela pode chegar a ser de até 70%, pois o manuseio de
coelhos é mais dispendioso”, contabiliza Presgrave.
O estudo de validação está seguindo a seguinte ordem: primeiramente,
nos dias 21 e 22 de maio, aconteceu uma reunião, na Fiocruz, entre os
coordenadores e os institutos que efetuarão os ensaios – são eles o EVIC
da França, a USP de Ribeirão Preto e a Universidade Federal de Goiás.
“Por ser do grupo gestor, o INCQS não poderá atuar no laboratório”,
explica Presgrave. A seguir, ainda reunidos na Fiocruz, entre os dias 23
e 27 de maio, o EVIC, escolhido como laboratório líder, estabelece o
protocolo a ser seguido pelos outros participantes. Depois, cada
instituto fará o ensaio em suas próprias dependências. Por fim, em data
ainda a ser definida, os resultados serão reunidos e, a partir análises
estatísticas comparativas, a metodologia poderá ser ou não validada.
Para conduzir todo o processo, foi convocado um dos maiores e mais
experientes especialistas no mundo em métodos alternativos e suas
validações: o bioquímico Thomas Hartung, ex-diretor do Centro Europeu de
Validação de Métodos Alternativos (ECVAM) e atualmente professor da
Universidade John Hopkins, nos EUA.
Em caso de sucesso, o método alternativo poderá então ser
regulamentado, ensinado e empregado rotineiramente. “Queremos colocar o
Brasil no cenário mundial de validação, pois até aqui, os métodos
precisavam ser validados lá fora para só então nós os reconhecermos.
Pela primeira vez, isso poderá seguir um caminho contrário”, finaliza
Presgrave.
Publicado originalmente em LABNetwork
Acessado originalmente em 04/06/2015 - 10:20, Horário de Brasília
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