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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Volvo eletrificará toda a sua linha de carros

Todos os modelos da marca terão opção de trem-de-força híbrido

REDAÇÃO AB








Toda a linha da Volvo Cars terá opção de motorização híbrida

A Volvo Cars anunciou que vai eletrificar toda sua linha de produtos. Em uma primeira etapa, que já começou, todos os modelos da marca sueca terão opção de trem-de-força híbrido plug-in, com propulsão elétrica conjugada com motor a combustão e possibilidade de carregar as baterias em uma tomada. O primeiro exemplar dessa estratégia é o XC90 T8 Twin Engine All-Wheel Drive, versão híbrida plug-in do SUV lançado recentemente. Mais adiante, a partir de 2019, a Volvo também informa que lançará um automóvel 100% elétrico.

“Acreditamos que chegou a hora de os carros eletrificados deixarem de ser uma tecnologia de nicho. Estamos confiantes em que, em dois anos, 10% das vendas globais da Volvo Cars serão de carros eletrificados”, afirma Håkan Samuelsson, presidente da Volvo Cars.

O lançamento de versões híbridas plug-in dos novos modelos da gama 90 e 60, baseados na plataforma Scalable Product Architecture (SPA), deve se estender pelos próximos três anos. Após o XC90 T8 híbrido, o próximo será uma opção híbrida do inédito sedã de luxo S90, continuando com outros carros que virão futuramente.

Também está prevista a eletrificação da plataforma ainda em desenvolvimento Compact Modular Architecture (CMA), sobre a qual será fabricada uma nova linha de carros compactos da família 40. Para isso a Volvo Cars vai lançar uma nova versão do motor Twin Engine para equipar modelos híbridos plug-in com tração dianteira.

Segundo a Volvo Cars, a combinação de potência e eficiência será a característica de todos os carros eletrificados da marca, a começar pelo XC90 T8 Twin Engine, um dos SUV de sete lugares com motorização híbrida que soma 407 cv, acelerando o veículo de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos, mas apresentando autonomia de 47,6 km por litro de gasolina, equivalente a emissão de apenas 49 g/km de CO2, além de poder rodar até 43 quilômetros no modo elétrico, sem emissão de gases.

“Aprendemos muito como as pessoas usam carros híbridos, graças à nossa atual oferta de produtos”, explica Peter Mertens, vice-presidente sênior de pesquisa e desenvolvimento. “Nossas pesquisas mostram que as pessoas dirigem no modo elétrico por cerca de 50% do tempo, o que significa que nossos híbridos plug-in já oferecem uma alternativa real para os sistemas de motorização convencionais.”

“Com 40 anos de experiência no campo da eletrificação, a Volvo Cars aprendeu muito sobre a gestão da bateria ao longo de seu uso, entregando a melhor autonomia por kW/h da indústria. Chegamos a um ponto em que a relação custo-benefício para a eletrificação é positiva. A tecnologia de baterias foi aprimorada, os custos caíram e a aceitação pública não é mais um problema”, afirma Mertens.


Publicado originalmente em: Automotive Business
Acessado em: 19/10/2015, 11:50 - Horário de Brasília


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O que muda com a reforma ministerial

Muito se fala sobre a atual crise financeira/política vivida em nosso país; Dentre várias ações de contenção, o governo federal pediu a compreensão e colaboração do povo brasileiro, no sentido de assumir novos impostos e absorver custos que vem aumentando substancialmente, como o da energia elétrica e do serviço de abastecimento de água (estes bastante sentidos no Sudeste devido à seca).

Bem, agora chegou a vez do governo federal fazer também sua parte na contenção de custos; A presidente Dilma Rousseff anunciou na manhã desta sexta-feira (02 de outubro) as mudanças ministeriais. Prometida no mês passado pelo governo, a reforma administrativa reduziu de 39 para 31 o número de ministérios. 
Além de anunciar a reestruturação, a presidente apresentou o plano de enxugamento de despesas da União, com a revisão de contratos de várias áreas.

Vejamos em linhas gerais o que muda com a reforma ministerial:


Fonte: Último segundo: Política - Portal IG


sábado, 22 de agosto de 2015

O Avião que Quase Caiu por um Erro de Conversão de Unidades: Sistema Imperial - SI


O Voo Air Canada 143, também conhecido como Planador de Gimli, foi um voo de uma aeronave da Air Canada que se envolveu num bizarro acidente aéreo.

Em 23 de julho de 1983,um jato Boeing 767-200, cumprindo o voo 143da Air Canada, ficou totalmente sem combustível a 41 mil pés de altitude (12 500 metros), aproximadamente na metade do caminho entre Montreal e Edmonton. 

A tripulação conseguiu pousar o avião em segurança no Aeroparque Industrial de Gimli, uma antiga base aérea em Gimli, Manitoba. 

A subsequente investigação revelou falhas administrativas e uma corrente de erros humanos que, combinados, resultaram no acidente. 

E, principalmente, a quantidade de combustível foi mal calculada, devido à recente substituição do sistema imperial pelo sistema internacional de unidades. 

O avião deveria ter sido abastecido com 22.300 kg de combustível, mas apenas recebeu 22.300 libras, menos da metade.




Fonte: Wikipedia