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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
domingo, 18 de janeiro de 2015
Como fazer um bom currículo profissional em inglês
Em um mundo globalizado, o domínio de pelo menos dois ou três idiomas é muito importante, especialmente o inglês.
Para aqueles que não são fluentes, mas que redigem e/ou manipulam naturalmente documentos técnico-administrativos escritos em inglês, seguem alguns macetes para compor seu currículo em inglês e multiplicar as chances de uma entrevista em uma multinacional.
Antes de mais nada, não confie na tradução automática de softwares e websites, redigindo seu CV em português e depois traduzindo-o como uso destas ferramentas. Ao contrário da língua portuguesa, a língua inglesa não possui um vocabulário rico o bastante para dispor de uma palavra para cada ideia a se transmitir. Com um vocabulário reduzido, a língua inglesa conta com a combinação de palavras-chave para transmitir diferentes ideias. Assim, a ordem em que é escrita ou mesmo o tempo verbal ou um adjunto utilizado pode fazer com que uma única palavra subverta totalmente a ideia que está tentando transmitir.
Veja alguns termos que são usados de forma errada:
diretor executivo - executive director (o correto é "CEO - chief executive officer")
lançamento contábil - accounting posting (o correto é "accounting entry")
folha de pagamento - sheet of payment (o correto é "payroll")
Agora veja a forma correta de alguns termos utilizados:
Aluno de graduação - undergraduate student
Aluno de pós-graduação - graduate student
Atual - current / present
Cargo - position
Candidato - applicant
Candidatar-se a uma vaga - to apply for a job / to apply for an opening
Características - characteristics / features
Carreira - career
Carta de apresentação - cover letter
Competências - competences
Conhecimento de… - knowledge of…
Emprego atual - present job
Estagiário - intern, trainee
Estágio - internship
Flexível - flexible
Fraquezas - weaknesses
Habilidades - skills / abilities
Implementar/ implantar - to implement
Incrementar - to boost
Metas - goals
Perceber - to realize
Pontos fortes - strengths
Real - actual
Realizar - to carry out, to perform
Resumidamente - briefly
Realçar, destacar - to highlight
Resiliente - resilient
Ser responsável por - to be responsible for, to be in charge of
Sinergia - synergy
Sustentabilidade - sustainability
Tomar uma decisão - to make a decision
Outra dica simples é que em inglês, os departamentos são descritos em ordem inversa do português. Cuidado que tanto a primeira quanto a segunda letra T da palavra department são mudas. Exemplo:
Departamento de vendas - Sales department
Departamento jurídico - Legal department
A inversão das palavras em uma frase, que em português é comum e até esteticamente melhor, é menos frequente na língua inglesa. Ao redigir, deve-se observar a objetividade e a simplicidade na construção das frases em inglês. A recomendação vale para o seu curriculum e para qualquer comunicação profissional.
Exemplo: Aconteceu um aumento nas vendas logo após a campanha – A rise in sales happened just after the campaign.
Observar ainda o uso do Simple Past e do Present Perfect, que difere da língua portuguesa, no que se refere a informar o que já realizou e o que ainda faz. O Simple Past é utilizado para descrever atividades concluídas (definição de tempo explícita ou implícita), como por exemplo os cursos concluídos e os cargos anteriores. Para descrever seu cargo atual ou, eventualmente, cursos e projetos ainda em andamento, a indicação é o Present Perfect.
Simple Past: I studied French from 2005 to 2010.
Present Perfect: I’ve been a regional manager for 5 years.
Os verbos de ação passam a imagem de realização, de que você tem iniciativa, por exemplo: solve, manage, carry out, accomplish, initiate, start, design, structure, decide, achieve, reach. Exemplos de verbos passivos são: to be (am, are, was, were) e have.
DIFERENÇA ENTRE RESUME E COVER LETTER
No Brasil, o que chamamos de "Currículo Profissional"
ou "curriculum vitae", pode ser associado também ao Resume, enquanto que o que chamamos de "Carta de Apresentação" seria a Cover Letter.
Redigimos ambos os documentos com o objetivo de nos apresentarmos para uma possível entrevista de emprego.
Há, porém, uma diferença crucial entre eles: o "Resume" diz quem você é, suas competências, habilidades e experiências, ao passo que a "Cover Letter" deve procurar conectar o leitor e fazê-lo ligar as informações passadas no currículo com sua aplicação ao emprego/trabalho ao qual está se candidatando. No Resume, você diz quem é, o que sabe e o que já fez, enquanto que na Cover Letter você justifica porque o conjunto de seus conhecimentos, habilidades, experiências, atitudes e personalidade fazem de você uma opção ótima para a vaga oferecida.
O QUE FAZER E O NÃO FAZER AO REDIGIR
O que fazer:
Procure limitar seu documento à uma página
Use dois centímetro de margem em todos os lados da folha
Evite abreviações
Enumere suas realizações, tantas quanto possível
Alinhe todas as datas no lado direito do documento
Mantenha uma formatação padronizada e consistente com uma apresentação profissional; Evite fontes e marcadores estilizados demais
Procure utilizar fontes de tamanho 11 ou 12, proporcionando conforto à leitura
Liste suas experiências profissionais em ordem cronológica, da mais recente para a mais antiga
Utilize frases que iniciam cm verbos de ação
Observe a gramática e a concordância verbal
O que não fazer:
Não utilize palavras ou frases sem sentido ou com sentido abstrato, como "procurando por uma posição desafiadora"
Não inicie frases na seção de experiências com termos como "responsável por" ou "minhas responsabilidades incluíam" (prefira verbos de ação)
Não inicie a frases com "Eu" ou use sentenças completas
Não exagere sua experiência ou sua formação
Não utilize fonte menor que 10 pontos
Fontes:
Acessado em 18/01/2015 - 17:00, Horário de Brasília
Acessado em 18/01/2015 - 17:00, Horário de Brasília

Como fazer um bom currículo profissional em inglês de Fábio Carvalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.
domingo, 21 de dezembro de 2014
Selo do Inmetro será obrigatório para componentes de motocicleta
Segundo o relatório de Evolução da Frota de
Automóveis e Motos no Brasil, do Observatório das Metrópoles do
Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, entre os anos de 2001 e o
final de 2012, a frota de motocicletas teve um crescimento de 339,5% no
País.Hoje são 18.114.464 (22,20%) circulando nas ruas, segundo o
Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
Cumprindo seu papel de disciplinar, do ponto de vista qualitativo, a produção e comercialização de bens manufaturados entregues ao consumidor brasileiro, inclusive aqueles importados, os quais nem sempre atendem a requisitos mínimos e razoáveis de qualidade e segurança, o Inmetro publicou a portaria n.º 123, de 19 de março de 2014, com a certificação compulsória para componentes destinados ao mercado de reposição para componentes.
A regulamentação baseia-se em requisitos mínimos de segurança para componentes como pinhão, coroa, corrente e escapamento de Motocicletas, Motonetas, Ciclomotores, Triciclos e Quadriciclos motorizados, uma vez que as peças no mercado de reposição poderiam apresentar riscos à segurança do usuário.
Cumprindo seu papel de disciplinar, do ponto de vista qualitativo, a produção e comercialização de bens manufaturados entregues ao consumidor brasileiro, inclusive aqueles importados, os quais nem sempre atendem a requisitos mínimos e razoáveis de qualidade e segurança, o Inmetro publicou a portaria n.º 123, de 19 de março de 2014, com a certificação compulsória para componentes destinados ao mercado de reposição para componentes.
A regulamentação baseia-se em requisitos mínimos de segurança para componentes como pinhão, coroa, corrente e escapamento de Motocicletas, Motonetas, Ciclomotores, Triciclos e Quadriciclos motorizados, uma vez que as peças no mercado de reposição poderiam apresentar riscos à segurança do usuário.
“O objetivo da certificação compulsória é
fazer com que as peças de reposição disponíveis no mercado brasileiro
atendam a requisitos básicos de segurança, minimizando os possíveis
riscos à segurança dos motociclistas e coibindo a comercialização de
peças de baixa qualidade e segurança”, destaca Leonardo Rocha, chefe da
Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da
Conformidade do Inmetro (Dipac).
Os fabricantes e importadores deverão procurar um organismo
acreditado pelo Inmetro para que seus produtos sejam certificados até 19
de setembro de 2015. A partir de então, estarão sujeitos às ações de fiscalização.
A partir de 19 de março de 2016, esses fabricantes e importadores deverão parar de comercializar o produto que não atenda à regulamentação. Já em 19 de março de 2017, todos os produtos no varejo deverão estar de acordo com o regulamento, devidamente certificados.
A partir de 19 de março de 2016, esses fabricantes e importadores deverão parar de comercializar o produto que não atenda à regulamentação. Já em 19 de março de 2017, todos os produtos no varejo deverão estar de acordo com o regulamento, devidamente certificados.
A portaria do Inmetro pode ser acessada neste endereço eletrônico.
Fontes:
Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia; Acessado em 21/12/2014; 18:09 - Horário de Brasília
Assessoria de Imprensa Inmetro - CDN Comunicação Corporativa
Jessica Balbino (55 21) 3636-3752 - jessica.balbino@cdn.com.br
(Reproduzido em Memoria Motor - Acessado em 21/12/2014; 18:09 - Horário de Brasília)
Fábio Carvalho
possui vivência
de mais de dez anos implementando, coordenando e auditando Sistemas de
Gestão da Qualidade e Ambiental.
Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia; Acessado em 21/12/2014; 18:09 - Horário de Brasília
Assessoria de Imprensa Inmetro - CDN Comunicação Corporativa
Jessica Balbino (55 21) 3636-3752 - jessica.balbino@cdn.com.br
(Reproduzido em Memoria Motor - Acessado em 21/12/2014; 18:09 - Horário de Brasília)

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