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domingo, 21 de dezembro de 2014

Selo do Inmetro será obrigatório para componentes de motocicleta


Segundo o relatório de Evolução da Frota de Automóveis e Motos no Brasil, do Observatório das Metrópoles do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, entre os anos de 2001 e o final de 2012, a frota de motocicletas teve um crescimento de 339,5% no País.Hoje são 18.114.464 (22,20%) circulando nas ruas, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). 

Cumprindo seu papel de disciplinar, do ponto de vista qualitativo, a produção e comercialização de bens manufaturados entregues ao consumidor brasileiro, inclusive aqueles importados, os quais nem sempre atendem a requisitos mínimos e razoáveis de qualidade e segurança, o Inmetro publicou a portaria n.º 123, de 19 de março de 2014, com a certificação compulsória para componentes destinados ao mercado de reposição para componentes.

A regulamentação baseia-se em requisitos mínimos de segurança para componentes como pinhão, coroa, corrente e escapamento de  MotocicletasMotonetasCiclomotoresTriciclos  e Quadriciclos motorizados, uma vez que as peças no mercado de reposição poderiam apresentar riscos à segurança do usuário.

“O objetivo da certificação compulsória é fazer com que as peças de reposição disponíveis no mercado brasileiro atendam a requisitos básicos de segurança, minimizando os possíveis riscos à segurança dos motociclistas e coibindo a comercialização de peças de baixa qualidade e segurança”, destaca Leonardo Rocha, chefe da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro (Dipac).
 
Os fabricantes e importadores deverão procurar um organismo acreditado pelo Inmetro para que seus produtos sejam certificados até 19 de setembro de 2015.  A partir de então, estarão sujeitos às ações de fiscalização.
A partir de 19 de março de 2016, esses fabricantes e importadores deverão parar de comercializar o produto que não atenda à regulamentação. Já em 19 de março de 2017, todos os produtos no varejo deverão estar de acordo com o regulamento, devidamente certificados.

A portaria do Inmetro pode ser acessada neste endereço eletrônico.


Fontes:

Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia; Acessado em 21/12/2014; 18:09 - Horário de Brasília

Assessoria de Imprensa Inmetro - CDN Comunicação Corporativa
Jessica Balbino (55 21) 3636-3752 - jessica.balbino@cdn.com.br
(Reproduzido em Memoria Motor - Acessado em 21/12/2014; 18:09 - Horário de Brasília)



Fábio Carvalho possui vivência de mais de dez anos implementando, coordenando e auditando Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiental.








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Planejamento Estratégico de Vida e Carreira - Por Alexander Baer


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Minimizando os riscos de descargas eletrostáticas (ESD) através da conformidade com a norma ESD 20:20

A ANSI/ESD S20.20 é a norma de controle de descargas eletrostáticas mais importante existente hoje. Muitas montadoras (OEMs) estão solicitando de suas facilities, subcontratados e fornecedores de peças certifiquem-se nesta norma.
Empresas que produzem ou manuseiam peças elétricas ou eletrônicas, possuem linhas de montagem de conjuntos ou equipamentos estão vuneráveis aos danos causados por descargas eletrostáticas (electrostatic discharge (ESD).

Com um sistema efetivo em conformidade com a ESD 20:20 ou ESD S20.20, estas empresas podem minimizar ou eliminar os riscos associados com a descarga eletrostática, melhorando a qualidade do produto e a satisfação do cliente.

DEFINIÇÃO

A eletricidade estática é definida como uma carga elétrica causada por um desbalanceamento dos elétrons na superfície de um material. Essa carga produz um campo elétrico que pode ser medido e pode afetar outros objetos à distância.


Descarga eletrostática, ou ESD (do inglês ElectroStatic Discharge), é definida como a transferência dessa carga entre corpos com potenciais elétricos diferentes.

Cargas eletrostáticas são criadas pelo contato e separação de dois materiais. Por exemplo, uma pessoa andando sobre um piso gera eletricidade estática conforme a sola do sapato entra em contato e em seguida se separa da superfície do piso. Da mesma forma um dispositivo eletrônico deslizando para dentro ou para fora de uma embalagem gera eletricidade estática, devido aos múltiplos contatos entre seu corpo e terminais e o material da embalagem. 
 Símbolo de componente ou placa sensível a ESD

 
EXEMPLO DE RISCOS CAUSADOS PELA ESD

Descargas eletrostáticas podem causar dois tipos de falhas: catastróficas e latentes.
As falhas catastróficas são as mais fáceis de serem percebidas. A placa, chip ou disco rígido de um computador, por exemplo, simplesmente não funcionam, mesmo quando novos. O usuário compra um módulo de memória, o vendedor o toca com as mãos. Talvez o tenha queimado. O usuário vai instalar o módulo e a memória não funciona. Sendo imediatamente percebida esta falha, o usuário pode ir à loja e solicitar a troca (azar do dono da loja).

As falhas latentes são bem piores. O equipamento funciona aparentemente bem, mas depois de alguns meses, semanas ou até dias, a falha é manifestada, de forma permanente ou intermitente.


O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ESD

Esta norma provê requisitos técnicos e de gestão para o estabelecimento, implementação e manutenção de um Programa de Controle ESD para proteger peças elétricas ou eletrônicas, linhas de montagem ou equipamentos suscetíveis à danos por descargas eletrostáticas maiores ou iguais a 1000 volts HBM, 200 volts CDM, e 35 volts em condutores isolados.

A norma provê diretrizes em como desenvolver, implementar e manter um sistema que protege o manuseio de itens sensíveis à descarga eletrostática. Uma auditoria ESD 20.20 pode ser conduzida independentemente ou em conjunto com uma certificação ISO 9001:2008. Uma auditoria ESD típica leva um ou dois dias e deve ser revalidada por auditoria anuais de recertificação, que poderá contar com equipes adicionais para mais de uma localidade.


BENEFÍCIOS DA CERTIFICAÇÃO ESD

  • Melhoria geral de processos e desempenho
  • Minimização e/ou eliminação de riscos associados com descargas eletrostáticas
  • Conformidade com requisitos ESD regionais e internacionais de prevenção, gestão e testes de descargas eletrostáticas
  • Garantia de um entendimento profundo das fontes de descargas eletrostáticas (ESD) nos processos de produção 
  • Aumento da satisfação do cliente
  • Tomar vantagem de outros sistemas de gestão, tais como a certificação ISO 9001:2008 em conjunto com a certificação ESD, poupando tempo e dinheiro


Fontes:
Acessado em 28/11/2014, às 22:35.
Acessado em 28/11/2014, às 23:09.
Acessado em 28/11/2014, às 23:11.


Fábio Carvalho possui vivência de mais de dez anos implementando, coordenando e auditando Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiental.









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