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sábado, 12 de novembro de 2011

Palestra Teatral "Minha Vida" - Cena 2 Produções

Palestra Teatral

Minha Vida!

Uma apresentação inovadora. Emocionante. Única.
Estes são alguns dos adjetivos atribuídos por nossos clientes à Palestra Teatral "Minha Vida", vista por mais de 500.000 pessoas por todo o país.
Durante cerca de 45 minutos, um ator interpreta um colaborador de uma empresa “X”, que foi vitimado por um grave acidente do trabalho que o trouxe seqüelas físicas (Cegueira e Paraplegia),além dos emocionais, e que vai à empresas de todo o país contar sua história:
A conhecida história de alguém que dava pouca importância a Procedimentos de Segurança, uso de EPI's, que abusava do excesso de confiança e que tinha sérias dificuldades em mudar de atitude e comportamento dentro da sua empresa. O "passo a passo" que leva alguém nos dias de hoje a sofrer um acidente do trabalho, justamente numa época em que as empresas investem pesadamente em treinamentos, buscando mudanças comportamentais.
Com um surpreendente DIFERECENCIAL: Ninguém pode saber que se trata de TEATRO! E isso faz toda a diferença, porque todos enquanto assistem acreditam tratar-se de alguém "de verdade" , o que leva a platéia à refletir profundamente sobre a importância de suas vidas, de suas famílias e de seus colegas de trabalho.
A verdade só é revelada ao final da apresentação no momento mais emocionante da peça, que é permeada por risos, lágrimas, reflexões e profundas mudanças internas, num desfecho surpreendente!
“Para conquistar o envolvimento emocional dos colaboradores, relacionamos a família e a vida de cada um como bem maior, assim, envolvemos ambiente corporativo e familiar, tornando o compromisso do colaborador com a segurança no trabalho algo inevitável.”

TÓPICOS ABORDADOS:

 

* Importância da utilização dos EPI's e dos Procedimentos de Segurança;
* Importância da vida de cada colaborador, no ambiente corporativo, familiar e social;
* O perigo do excesso de confiança na execução das atividades;
* Consequências da falta de atitude segura no ambiente de trabalho ou fora dele;
* Conscientização e sensibilização geral dos colaboradores sobre a importância da segurança e reflexos em todos os segmentos de suas vidas;
* Importância da família;
* Superação e Motivação;

ADAPTAÇÕES:

A apresentação pode ser customizada de acordo com o enfoque solicitado pelo cliente, mas já há versões prontas sobre os seguintes temas:
* PREVENÇÃO CONTRA O USO DE DROGAS
* DEPENDÊNCIA QUÍMICA
* ALCOOLISMO / TABAGISMO
* DIREÇÃO DEFENSIVA
* SEGURANÇA NO LAR
* RELAÇÃO ÁLCOOL / DIREÇÃO


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

4 dicas para uma reunião de sucesso



Shutterstock

Reuniões com membros da equipe, clientes, sócios ou mesmo investidores são, muitas vezes, eventos temidos por empreendedores e diretores. Afinal, pelo fato de esses encontros discutirem assuntos relevantes para o negócio e culminarem com uma tomada de decisão, um erro pode ser fatal para o desenvolvimento de projetos.


Para evitar problemas, é preciso que todos os participantes estejam preparados para esse tipo de encontro. Conversando com especialistas e lendo artigos sobre o tema, preparei abaixo quatro dicas que podem ajudar você, empreendedor, a obter sucesso nas famosas reuniões.

Quem são os participantes da reunião?


Conhecer o currículo e o perfil de todos os integrantes do encontro é fundamental para que o empreendedor consiga se preparar para o evento. Isso permitirá descobrir quais são os cargos e as características de cada um deles e fazer um estudo prévio de como argumentar com essas pessoas. É importante também escolher as pessoas certas para esse encontro. Uma boa reunião é aquela que permite o surgimento de novas ideias e o debate de importantes decisões para a expansão do negócio.

Qual a pauta da reunião?


Reuniões devem ser marcadas quando existem assuntos relevantes para serem discutidos. Isso fará com que os participantes envolvidos no evento se sintam motivados a estar presentes na hora certa e pelo tempo que for necessário. Para que todos conheçam o tema que será abordado ao longo da reunião, é necessário elaborar uma pauta para o encontro. Todos os integrantes devem ter acesso ao tema da reunião e estudar previamente a pauta para dar sugestões e opiniões consistentes e fazer indagações pertinentes.

Qual o período de duração da reunião?


A boa reunião é aquela que tem hora para começar e terminar. A definição e o cumprimento de horários são essenciais para que os participantes possam se programar com tranquilidade para o evento. Além disso, conhecer o tempo da atividade permite aos integrantes calcular o tempo médio que terão para expor suas ideias e comentários. Caso a reunião seja muito demorada, é de bom tom pensar em maneiras de descontrair os convidados e evitar o cansaço. Uma das formas é oferecer lanches e bebidas e alternar as falas com apresentações de vídeo ou slides, por exemplo.

Como registrar o conteúdo discutido?


Para poder colocar as ideias discutidas e elaboradas pelos participantes durante a reunião em prática, é essencial a presença de alguém cuja função seja a de registrar tudo aquilo que foi debatido. O ideal é que um dos participantes da reunião tenha apenas esse papel. Isso permitirá um registro total daquilo que foi discutido e evitará a perda de atenção dos demais membros do encontro.

sábado, 5 de novembro de 2011

Dez maneiras de ser um gerente mais consciente

Um dos maiores erros que gerentes de sucesso cometem é pensar que têm todas as respostas. Sejamos francos: quando você acumula em sua bagagem uma quantidade suficiente de sucessos e fracassos, além de um bocado de cabelos brancos, é uma tendência natural investir mais do seu tempo falando do que escutando.

Essa é uma armadilha na qual nenhum de nós deveria cair. Posso parecer algumas vezes cético em relação a alguns “gurus” que tratam do tema liderança – especialmente os do tipo acadêmico –, mas estou sempre à procura de pessoas que, como eu, têm experiências reais no mundo corporativo e uma inclinação a compartilhá-las com os demais.

David Shedd parece ser um desses caras. Num post no site Business Insider, ele compartilha alguns conselhos excelentes sobre como motivar e engajar funcionários, o que basicamente deriva de três fatores-chave:

• Alinhamento do funcionário com as metas e a visão da empresa;
• A fé do funcionário na competência da liderança e no seu compromisso de transformar em realidade as metas e a visão;
• A confiança dele de que seu supervisor direto vai apoiá-lo e ajudá-lo a ter êxito.

Shedd, em seguida, aponta 14 sinais verdes e vermelhos de gestão que ajudam a concretizar essas três metas e engajar a sua equipe. Eu destaco os dez que fazem um baita sentido para mim:

1. Não envie mensagens ambíguas aos seus funcionários, de modo que eles nunca saibam qual é a sua posição. Nada pior para as pessoas ficarem correndo em círculos, como se estivessem atrás do próprio rabo, do que dizer uma coisa hoje e o contrário no dia seguinte. Seja claro e consistente.

2. Não faça a sua equipe de besta. Seja genuíno e direto. Se a liderança estabelece uma direção com a qual você não concorda, explique que você nem sempre concorda com eles, mas que, como você não é o chefe, essas são as regras do jogo. É o chamado “Discorde, mas comprometa-se”, que é bastante efetivo no mundo corporativo.

3. Não aja mais preocupado com o seu próprio bem-estar do que com qualquer outra coisa. Um comportamento egoísta inspira o mesmo na sua equipe.

4. Não evite assumir a responsabilidade por suas ações. Tornar-se responsável é a única maneira crível de fazer com os outros se façam responsáveis também.

5. Não tire conclusões precipitadas sem primeiro checar os fatos. Líderes maduros nunca reagem com base num único dado ou evento. Tudo o que se consegue é fazer com que os demais entrem em pânico e comecem a culpar uns aos outros.

6. Faça o que disse que ia fazer, no momento em que você disse que ia fazer. Não sei se ficou claro, mas a mensagem é a seguinte: alinhe discurso e prática. Isso é o que constrói credibilidade e confiança em você como líder e na sua equipe como um time.

7. Retorne ligações e e-mails. Nestes tempos de comunicação excessiva, não dedicaria todo o tempo respondendo a tudo, mas quando se trata de algo importante, comunique-se, quando possível, em tempo real.

8. Admita seus erros… e assuma a culpa pelos fracassos. Não há melhor forma de aprender e ensinar. É fracassando que crescemos e amadurecemos.

9. Reconheça sua equipe e apoie publicamente seus funcionários. Isso não significa destruir sua própria credibilidade, enganando a liderança ou agindo como se o seu time fosse perfeito. Mas, sempre e quando eles fizerem o trabalho ou superarem as expectativas, propagandeie.

10. Pergunte e ouça. Não é preciso dizer mais nada, certo?
Em suma, lembre-se de que o dia em que parar de escutar e aprender é o dia em que você vai parar de crescer como gestor, como líder e como ser humano.

Em minha experiência como coach executivo, toda habilidade é tanto relativa quanto passageira.

Para essas e outras competências-chave, conte comigo.







Pablo


Quando a casa não está arrumada o mundo parece uma bagunça


De que adianta produtos de primeira linha, tecnologia de ponta, marketing notório, mercado em ascensão se a mola propulsora para que tudo isso aconteça não está azeitada?

Faço referência à comunicação interna das empresas, das instituições, dos clubes de futebol. Quando todos os integrantes de uma organização não estão imbuídos do mesmo pensamento, conhecedores das suas metas e do objetivo almejado pela organização, então tudo parece distante de se tornar realidade. Funcionários que não estão integrados são “zumbis corporativos”; pessoas que fingem trabalhar, diretorias que fingem acreditar.

A comunicação interna é tão importante para o sucesso de um projeto e de uma organização quanto qualquer outra atividade da comunicação corporativa (marketing, assessoria de imprensa, redes sociais, relações públicas, propaganda e publicidade). Não é possível existir um grupo coeso quando não há entendimento sobre os rumos que a organização está tomando, onde ela quer estar no tempo futuro, qual é a importância de cada elemento para atingir o objetivo, quais são as etapas para realizar metas.

Portanto, é função da liderança agir como se estivesse numa nau, como um capitão que convoca sua tripulação para desbravar oceanos em busca de novas terras, com cada um sabendo o objetivo e suas respectivas responsabilidades, entendendo a importância de cada ação para todos, sabendo que o cumprimento de suas funções individuais será de suma importância para o sucesso de todos.

E se não fosse apenas por todos esses motivos, a importância da comunicação empresarial é entendida como uma ferramenta estratégica para inibir a rádio peão, as fofocas, os boatos, os conflitos de interesses, os mal-entendidos.

É o portal para o entendimento entre chefias e funcionários, para ampliar a simpatia dos familiares pelo mundo da empresa, para favorecer o bom boca a boca, para estimular a participação das pessoas no sucesso de cada projeto, enfim, para melhorar a performance individual e coletiva da organização.

Assim, da próxima vez que tiver de questionar as baixas vendas de sua equipe, o desempenho de qualidade de produtos e serviços, ou a fraca performance de sua equipe de futebol, pense se não está faltando um bom programa de comunicação interna para dar sustentação a tudo isso?

Afinal, sem entendimento coletivo não há sucesso que perdure e nem mal que se acabe.

O Futuro da Qualidade

Estudo de 2011 da ASQ*

*A Sociedade Americana para o Controle da Qualidade - American Society for Quality Control (ASQC) foi formada em fevereiro de 1946 por 253 membros.

Atualmente, a ASQ é uma comunidade global dos experts e autoridades proeminentes da qualidade em todos os campos, organizações e indústrias.


  • Como uma associação profissional, a ASQ promove o avanço do desenvolvimento profissional, reconhecimento e certificações, serviços de conhecimento se  informações, comunidade para afiliação, e defesa em favor de mais de 85.000 membros ao redor do mundo.
  • Como liderança do movimento da qualidade, os membros da ASQ são guiados por um senso de responsabilidade de enriquecer suas vidas, melhorar seus locais de trabalho e comunidades, e fazer do mundo um lugar melhor para aplicar as ferramentas, técnicas e sistemas da qualidade.
Para mais informações acesse este livreto interativo (in english).



Diz a ASQ - American Society for Quality: 


"A mudança é constante. O ritmo da mudança está acelerfando. Qualquer organização que não invista tempo no futuro está possivelmente serão surpreendidas quando o futuro chegar. Antecipar o futuro da qualidade é uma vantagem estratégica para a ASQ.

A ASQ conduziu seis Estudos sobre o Futuro da Qualidade - em 1996, 1999, 2002, 2005, 2008 e 2011. Os estudos englobam três aspectos principais:

  1. Identificar as forças-chave que mais provavelmente moldam o futuro da qualidade;
  2. Desenvolver cenários alternativos descrevendo como estas forças deverão se desenrolar;
  3. Determinar as implicações para organizações, o ramo da qualidade, e para os profissionais da qualidade."