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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Biopolímeros - Plástico verde

A Braskem realizou o lançamento da Pedra Fundamental do Projeto de Polietileno Verde, no Pólo Petroquímico de Triunfo, Rio Grande do Sul, dando início às obras da primeira unidade industrial do mundo a utilizar etanol de cana-de-açúcar para a produção em escala comercial de eteno e polietileno de origem 100% renovável.

plástico verde é fabricado a partir do etanol da cana de açúcar, e 100%  baseado em mateira prima renovável. Com esta tecnologia é possivel absorver o CO² da atmosfera e transformá-lo em plástico. Além dos aspectos ambientais,  o plástico verde possui propriedades idênticas às do plástico tradicional e tem aplicação em mercados como o automobilístico, indústria de brinquedos, embalagens para alimentos e produtos de higiene , entre outras.

A quantidade imensa de plásticos descartada no meio ambiente, por não ser biodegradável, leva séculos para se decompor na natureza. Essa realidade tem preocupado os ambientalistas e as pessoas que se importam com a saúde do planeta.  Tomara que o plástico verde seja realmente uma viabilidade.

fonte: http://www.ecoblogs.com.br/rede-ecoblogs/plastico-verde/

Braskem faz história ao colocar em operação a primeira planta de Plástico verde de fonte 100% renovável
Iniciativa mostra o compromisso da companhia com as práticas sustentáveis e tecnologias ambientalmente mais amigáveis


Lançado em julho de 2007, o polietileno verde da Braskem foi o primeiro a ser feito 100% a partir de fontes renováveis no mundo, com validação do laboratório internacional Beta Analytic. Em 2010, a Braskem tornou esse projeto realidade, ao inaugurar sua primeira planta de Eteno Verde e assumiu a liderança mundial na produção de biopolímeros.

Para isso investiu cerca de R$ 500 milhões nesta planta, que produz anualmente 200 mil toneladas de polietileno de etanol de cana-de-açúcar. Na balança sustentável, para cada tonelada de polietileno verde produzido são capturados e fixados até 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera. Localizada em Triunfo, Rio Grande do Sul, a planta será base para a produção de uma gama variada de grades de PEAD e PEBDL, para atender a crescente demanda por produtos cada vez mais sustentáveis.

Ao longo deste período, diversos acordos para o fornecimento de polietileno de fonte renovável foram negociados. Empresas dos mais variados segmentos da indústria e de diversas partes do mundo fecharam contrato para utilizar o PE Verde em seus produtos. O polietileno é o tipo de plástico mais utilizado no mundo, especialmente pela indústria automotiva, de cosméticos, de embalagens, brinquedos, higiene e limpeza, entre outras. Como o polietileno verde da Braskem possui características e propriedades idênticas às do PE de origem fóssil, ele possui a mesma versatilidade em suas aplicações. 

fonte: http://www.braskem.com.br/plasticoverde/_HOME.html

Linha sustentável

Diferente na origem, mas igual na performance


Em seu portfólio de produtos de origem renovável, a Braskem disponibiliza uma gama variada de grades de PEAD e PEBDL para atender à crescente demanda por produtos cada vez mais sustentáveis. Esses grades permitem uma grande versatilidade de aplicações, com uso principalmente nos segmentos de higiene e limpeza, cosmético, alimentício e automotivo.

Por terem as mesmas propriedades técnicas e de processabilidade da resina fóssil, não há necessidade de novos investimentos em equipamentos e ajustes técnicos para processar a o plástico verde:

Biopolímeros - Polietileno Verde: Folhas de Dados



fonte: http://www.braskem.com.br/site/portal_braskem/pt/produtos_e_servicos/folha_dados/folha_dados.aspx?id=1&linha=Biopol%C3%ADmeros&familia=Polietileno%20Verde

Maioria defende proibição de sacolas plásticas para compras

Pesquisa apontou também que 59% da população defende que a preocupação com o meio-ambiente é mais importante que o crescimento econômico

Flávia Albuquerque, da AGÊNCIA BRASIL
Divulgação/Veja Rio
Sacolas plásticas do supermercado
Pesquisa apontou que 21% das pessoas não sabem descartar o lixo sem as sacolas

São Paulo – A proibição do uso de sacolas plásticas para carregar compras é aprovada por 60% da população, segundo a pesquisa Sustentabilidade Aqui e Agora, feita pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com o Supermercado Walmart.

O levantamento, que ouviu 1.100 pessoas em 11 capitais, constatou também que 21% não saberiam como descartar o lixo doméstico sem os saquinhos, 40% acreditam que limpeza pública é o principal problema ambiental nas suas cidades ou bairros, 61% acham que a responsabilidade é dos órgãos públicos e 18% que o meio ambiente é responsabilidade dos indivíduos.

Ainda de acordo com a pesquisa, 82% dos cidadãos se dispõem a participar de abaixo-assinados para responder questões ambientais, mas sem atuar diretamente na solução dos problemas.

A pesquisa mostrou que 70% das pessoas jogam pilhas e baterias em lixo comum, 66% descartam remédios em lixo doméstico, 33% não dão a destinação correta para sobra de tintas e solventes. 

Além disso, 39% descartam óleo usado na pia da cozinha e 17% tem lixo eletrônico em casa. Mesmo assim, a pesquisa apontou que 59% dos entrevistados disseram que o meio ambiente deve ter prioridade sobre o crescimento econômico.

Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, os dados da pesquisa são importantes porque sinalizam que a questão ambiental está no dia-a-dia do cidadão brasileiro, mostra mudanças de comportamento e que não é preciso gerar produtos que vão parar no lixo causando danos ambientais. “O número de pessoas que aprovam a proibição das sacolas plásticas é bastante promissor”.

Izabella ressaltou que para mudar o comportamento das pessoas que acham a sacola essencial para o descarte do lixo doméstico é preciso informar sobre o que fazer para eliminar o lixo e ter estrutura para recepcionar os resíduos.

“Isso tem a ver com nossa capacidade de gerar menos resíduo, ou seja, nós temos que exigir embalagens práticas, mais eficientes e coleta seletiva. Nós precisamos informar mais, dotar as cidades de maior infraestrutura para tratar do resíduo, mobilizar outros atores, como os catadores de lixo estruturando cooperativas para agregar valor a essa atividade”.

O presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), João Sanzovo, usou como exemplo um projeto implantado em Jundiaí, interior de São Paulo, onde a prefeitura fez um acordo com os mercados que tiraram de circulação as sacolinhas desde o mês de setembro,  reduzindo em 80 mil sacolas por mês o consumo.

“Estamos agora fazendo o passo-a-passo para implantar o projeto em outras cidades”. Ele sugere que seja elaborada uma lei para implantar o projeto em outras localidades e disse que no estado de São Paulo os supermercados já estão preparados para atender a exigência.

O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Sussumu Honda, disse que a entidade tem um plano de redução das sacolas em 30% até 2013 e 40% até 2015. Segundo ele, de 2007 a 2009 o consumo desse tipo de embalagem caiu 30%. “Cobrar pelas sacolas é um caminho para reduzir o uso. A sociedade está preparada para esse trabalho. Mas é preciso trabalhar ainda a questão da educação e implantar novas tecnologias de plástico verde”.

fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/maioria-da-populacao-brasileira-aprova-proibicao-do-uso-de-sacolas-plasticas-par?goback=.gde_3235393_news_270144451

ISO 26000 não é certificável



A ISO, desenvolvedora da recém-publicada norma ISO 26000, que dá orientação sobre a responsabilidade social, está reforçando o ponto de que a ISO 26000 não é capaz de ser e não pode ser utilizada para a certificação. A ISO indica que irá tomar medidas contra as alegações de certificação com esta norma.


A ISO 26000 fornece orientação sobre o que é responsabilidade social e como as organizações podem operar de forma socialmente responsável. Mas não contém requisitos contra os quais uma organização ou seu sistema de gestão possa ser auditado e certificado.

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A ISO reforça a posição acima, declarando: 


- A ISO 26000 tem o objetivo de melhorar globalmente a responsabilidade social, sustentabilidade e comportamento ético em todos os tipos de organizações.

- Não haverá certificação acreditada para a ISO 26000, bem como esta é contrária à intenção e espírito da norma.

- Qualquer oferta de certificação ISO 26000 é enganosa e não é uma demonstração de conformidade com a ISO 26000.

- Os membros da ISO deverão relatar para a Secretaria Central da ISO quaisquer organizações que ofereçam a certificação ISO 26000.


Tradução baseada no release publicado pela ISO. Clique aqui para ler na íntegra o original (em inglês).

Agradeço à Maria Aline Ladeira Rodrigues, que me alertou desse tema por e-mail. 

Fonte: http://qualiblog.wordpress.com/2010/12/01/iso-26000-nao-e-certificavel/

Empresas com práticas "verdes" integram novo índice da Bolsa

Segundo Maurício Bacellar, diretor de comunicação e sustentabilidade da TIM, que integra o recém-lançado ICO2, a gestão pela sustentabilidade é um caminho sem volta

LIA LUBAMBO /EXAME
TIM
Loja da TIM: operadora é uma das 42 empresas que integram o Índice de Carbono Eficiente lançado hoje (2) pela BM&FBovespa e o BNDES. 

São Paulo - Agora, ficou mais fácil investir em empresas que se preocupam com o meio ambiente. Embalados pelas discussões sobre clima da COP16, em Cancún, a BM&FBovespa e o BNDES lançaram nesta quinta (2) o Índice de Carbono Eficiente, que mede o retorno de uma carteira teórica com as empresas do IBrX-50 (composto pelas 50 ações mais negociadas na Bolsa) que aderiram à iniciativa.

A primeira carteira do índice "verde", que começa a vigorar a partir de hoje, é composta por 42 empresas com práticas de gestão ambiental transparentes e voltadas para as mudanças climáticas, como Ecodiesel, Santanter, Natura, Eletrobras, entre outras. Segundo Maurício Bacellar, diretor de comunicação e sustentabilidade da TIM, uma das empresas que integram o novo índice, a gestão pela sustentabilidade é um caminho sem volta.

Em 2007, a operadora deu início ao levantamento das emissões de gás carbônico em suas operações baseadas na metodologia Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocolo). "Estamos trabalhando para mitigar emissões em nossa frota de transporte, incluindo viagens áreas de executivos e no consumo energético da empresa", diz.

Outra iniciativa de destaque foi a criação, em 2008, do TIM PDV, solução que possibilita a compra de recarga pelos clientes, com transações onlines. A iniciativa já contribui para a redução do consumo de 13 toneladas de plástico e 82 toneladas de papel, que eram usados na produção 69 milhões de cartões de recarga.

Essas práticas "amigas do meio ambiente", segundo Bacellar, são importantes não apenas para o meio ambiente, mas para a perpetuação do negócio. Em breve, diz ele, não haverá mais espaço no mercado para as empresas sem compromisso com a gestão sustentável. "Ao integrar índices como o ICO2, as empresas de capital aberto sinalizam o seu comprometimento com o crescimento sustentável e também passam segurança de longo prazo ao investidor", afirma.

fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/empresas-com-praticas-verdes-integram-novo-indice-da-bolsa?goback=.gde_3235393_news_278284007

INTEGRARE - Oportunidades de negócios para grupos sociais tradicionalmente discriminados e economicamente desprivilegiados.

O QUE É O INTEGRARE

Somos uma associação empresarial brasileira (ONG) de amplitude nacional, fundada em outubro de 1999, e promovemos o Programa Brasileiro de Diversidade e Inclusão na cadeia de Suprimentos. Estamos comprometidos com o desenvolvimento sustentável do país através da qualificação, inclusão e ascensão econômica das Micro e Pequenas Empresas.

Visão

Liderança nacional na promoção da diversidade e inclusão econômica como valores fundamentais para o desenvolvimento sustentável dos negócios e da sociedade.

Missão

Promover compras empresariais eficientes de empresas fornecedoras qualificadas de grupos sociais tradicionalmente discriminados e economicamente desprivilegiados.

Valores

Ética e responsabilidade social, inclusão e desenvolvimento sustentável, diversidade e eficiência.

QUEM PARTICIPA

O Integrare é formado pela associação de empresas e corporações interessadas na diversidade humana entre seus fornecedores.

Os participantes do Integrare estão divididos em três categorias, de acordo com seus interesses específicos:

1- Empresas e Corporações comprometidas com a ética e o desenvolvimento econômico social sustentável;

2- Fornecedores da Integração (EFI’s): empresas em que os sócio majoritário (mínimo 51% das cotas) seja pessoa com deficiência, afro-brasileiro ou possua ascendência indígena.

3- Parceiros.

Veja aqui os benefícios de ser um Fornecedor do Integrare

Ser um fornecedor Integrare significa grandes e novas oportunidades de negócios para você.

No Integrare você encontra o ambiente ideal para ampliar as perspectivas de crescimento com grandes e pequenas empresas.

Credencie sua empresa e garanta novas oportunidades de negócio!

Em parceria com a Supply Solutions o projeto de Captação de Empresas Fornecedoras visa ampliar a base de fornecedores cadastradas no Integrare.

Critérios para inscrição:

Para ser um Fornecedor Integrare, a empresa deve estar legalmente constituída. O sócio majoritário deve possuir no mínimo, 51% das cotas, e pertencer a um dos seguintes grupos sociais

Negros (as) Brasileiros (as)

Pessoas de qualquer sexo, com características físicas dominantes dos negros africanos e que se identificam e são identificadas socialmente, muitas vezes discriminadas, como pertencentes a este grupo étnico, que pode receber variadas denominações, entre elas: pretos, mulatos, afrobrasileiros, afrodescendentes, etc.

Indígenas

Pessoas de qualquer sexo, oriundas de um dos inúmeros grupos indígenas brasileiros que, por suas características físicas e culturais, se identificam e são identificadas socialmente, muitas vezes discriminadas, como pertencentes a este grupo social.

Pessoa com deficiência

Pessoas de qualquer sexo, que sejam portadoras de deficiência física, psíquica e/ou fisiológica, passíveis de serem enquadradas nas legislações pertinentes.


APOIOS E PARCERIAS

O Integrare conta com a parceria de grandes empresas e instituições. Confira como cada parceiro colabora com o Integrare:

O que fazem: Auxiliam no desenvolvimento e na identificação de fornecedores de acordo com demanda levantada com grandes corporações.


O que fazem:
Contribuem no aprimoramento do modelo, monitorando a experiência para posterior replicagem para outros ambientes.

O que fazem: Coordenam a metodologia de definição de metas e resultados, traçam estratégias e monitoram resultados.


O que fazem:
Desenvolvimento profissional para compradores.

Veja aqui os benefícios de ser um Associado do Integrare

Ao associar-se ao Integrare, sua empresa poderá ampliar a gama de fornecedores em sua cadeia de suprimentos, incluindo empresas qualificadas e promovendo a diversidade e a inclusão econômica de  Micro e Pequenas Empresas.

Vantagens de ser Associado

Solução em suprimentos: acesso a fornecedores qualificados e certificados
Fortalecimento da imagem corporativa diante dos seus públicos de interesse.
• Política de Responsabilidade Sócio-ambiental
Diálogo com grandes empresas e segmentos de mercado.
 
fonte: http://www.integrare.org.br/