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segunda-feira, 9 de maio de 2016

LINKEDIN: 15 dicas para atualizações de sua company page



Nunca se falou tanto em engajamento como nos últimos tempos. Há sempre alguém produzindo informação e alguém consumindo informação. Engajar, neste contexto, significa despertar mais do que interesse momentâneo de sua audiência, mas despertar nela o desejo de seguir sua página e acompanhar seu conteúdo, dando à você ou à sua empresa a preferência no consumo das informações relevantes.

Engajar está para o marketing de conteúdo como fidelizar está para o mercado de bens tangíveis.

Pensando nisso, o LinkedIn lançou um tutorial em inglês com 15 dicas para atualizações de sua company page.
Segue abaixo tradução livre:










1° PENSE COMO UM JORNALISTA

Não enterre seus leads; Introduções concisas e cabeçalhos chamativos são mais propícios à alcançarem resultados em altos engajamentos


2° SEMPRE INCLUA UM CHAMADO CLARO À AÇÃO
Quando comparados à atualizações sem links, incluir um link pode multiplicar o engajamento por 2


3° FAÇA PERGUNTAS QUE LEVEM À PENSAR, PARA ENVOLVER SUA AUDIÊNCIA
Inicie uma conversa fazendo uma pergunta relevante ao seu público alvo.


4° SEMPRE INCLUA UMA IMAGEM OU ALGUM TIPO DE MÍDIA
Inclua uma imagem atraente ou alguma forma de mídia que enriqueça seu texto. Imagens geralmente resultam em um aumento de 98% de comentários


5° ANTES DE POSTAR, VERIFIQUE DUAS VEZES A APARÊNCIA DA IMAGEM
Quando "linkado" à conteúdo externo, esteja certo de que sua atualização tem uma imagem pertinente.


6° POSTE VÍDEOS DO YOUTUBE PARA ENCORAJAR COMPARTILHAMENTOS
Links para vídeos do YouTube tocam diretamente na página do LinkedIn e usualmente resultam em um aumento na taxa de compartilhamento de 75%


7° TORNE SEU CONTEÚDO AGRADÁVEL E CONSISTENTE ("SABOROSO E VALIOSO")
Desenvolva conteúdo que seja rápido de consumir e com alta qualidade, de forma que os membros quererão compartilhar com seus contatos


8° EVITE O EXCESSO DE HASHTAGS (HIPER TARGETING)
Não adicione tantas hashtags filtros de conteúdo, de forma que possa excluir audiências em potencial


9° TESTE PARA COMPREENDER SUA AUDIÊNCIA
Experimente para encontrar o equilíbrio certo. Considere misturar posts de entretenimento e inspiradores com atualizações informativas e intuitivas.


10° CRIE UM CALENDÁRIO EDITORIAL, MAS REAJA OPORTUNAMENTE AOS EVENTOS
Utilize seu calendário editorial como um guia, mas seja flexível o bastante para responder à novidades relevantes, tópicos e tendências


11° ENGAJE-SE COM OS MEMBROS ATRAVÉS DE COMENTÁRIOS
Mantenha a conversa em andamento. Monitore discussões e remova comentários inapropriados.Desenvolva um plano pró-ativo para lidar com qualquer problema com clientes que possa vir à tona


12° MONITORE, ANALISE E REFINE SEU CONTEÚDO
Rastreie quaisquer ferramentas analíticas disponíveis. Dê atenção aos interesses de sua audiência, tipos de conteúdo, hora do dia e frequência com que mais interagem - e faça mais do que isso!


13° PATROCINE SEU MELHOR CONTEÚDO
Atualizações patrocinadas permitem alcançar sua audiência além de seus seguidores. Identifique seu conteúdo com melhor performance e patrocine-o!


14° AVALIE E OTIMIZE SUAS ATUALIZAÇÕES PATROCINADAS
Com as ferramentas de relatórios detalhados do LinkedIn, você pode monitorar a performance de suas atualizações patrocinadas e ajustá-las para torná-las mais efetivas


15° NÃO SE PRENDA A TRABALHAR SOMENTE DURANTE A SEMANA
Profissionais engajam com atualizações patrocinadas através de dispositivos móveis durante a semana, com forte engajamento durante os finais de semana também. Considere adotar uma abordagem "sempre online".


Quer saber mais?
Entre:







Fábio Carvalho  possui vivência de mais de dez anos implementando, coordenando e auditando Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiental.  

 
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sábado, 30 de abril de 2016

Pesquisa da UFJF aponta emergência em controle de qualidade para medicamentos


Equipe do Laboratório de Análise de Glicoconjugados da 
UFJF se dedica, entre outras atividades, à analise de 
compostos de medicamentos. Foto: Géssica Leine

Pesquisa da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) aponta adulteração de substâncias importadas para serem utilizadas na elaboração de medicamentos, prejudicando toda a cadeia produtiva, de vendas e, mais importante, os pacientes. A situação faz um alerta sobre a necessidade imediata de um controle de qualidade nacional relativo à composição de remédios, uma medida ainda inexistente no Brasil.

O estudo aponta que, nos últimos meses em Juiz de Fora, pessoas com problemas de artrose ficaram expostas, sem saber, ao risco de desenvolver sintomas como diarreia, cólica, náuseas e distensão abdominal – o motivo é que o medicamento para combater a artrose, tanto vendido em farmácias tradicionais como nas de manipulação, vinha com um composto que não devia estar na receita: lactose.

Os resultados científicos também contabilizaram que, entre lotes de 16 farmácias da cidade, que se voluntariaram anonimamente para participar da pesquisa, apenas cinco apresentavam o medicamento para artrose com todos seus componentes corretos. Entre os outros 11 lotes de remédios, nove revelaram conter, ao invés do condroitim sulfato (sulfato de condroitina), substâncias como amilose (amido, ou seja, farinha) e, nos dois restantes, lactose.
Com isso, além de estar ingerindo um medicamento ineficaz que deve ser administrado por cerca de três a quatro meses, o paciente que possuir intolerância à lactose, por exemplo, ainda sofreria sintomas colaterais e danosos à sua saúde sem estar ciente do real motivo disto.


Pesquisa em defesa da população

A pesquisa da UFJF nasceu como um TCC de um aluno da Instituição, André Luiz da Cunha, e evoluiu para seu mestrado. Um dos responsáveis por orientar a pesquisa, professor do departamento de Bioquímica do Instituto de Ciências Biológicas (ICH) da UFJF, Jair Aguiar, informa que “não foi analisado o produto finalizado, mas sim a matéria-prima utilizada para a realização do mesmo”.

A pesquisa foi realizada de forma interdisciplinar, em conjunto com o departamento de Química da UFJF e o de Bioquímica da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), e publicada em agosto do ano passado em uma revista internacional, a Carbohydrate Polymers, da editora Elsevier, a maior de literatura médica e científica. “Assim que soubemos os nossos resultados, decidimos que eles não deviam ficar restritos à comunidade acadêmica”, argumenta Jair. “São fatos que precisam chegar ao conhecimento da população.”


Controle nacional

A questão principal levantada pela pesquisa é a necessidade urgente de um controle de qualidade nacional relativo à manipulação de remédios, algo inédito no país. “Nós sugerimos que um critério estrito seja aplicado ao controle desses medicamentos, para que o usuário, os farmacêuticos e comerciantes possam ter uma garantia confiável de que estão trabalhando, de fato, com aquilo que está sendo especificado”, conclui Jair.“Todas farmácias recebem o certificado da distribuidora destes compostos, o que, teoricamente, comprova sua legitimidade”, explica.


Metodologia de análise mais detalhada

Formado em Farmácia pela UFJF e mestre em Farmacologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Marcos Alves fez parte da diretoria técnica da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag) e atua na área de farmácia magistral há cerca de 18 anos. O farmacêutico chama atenção para o fato de que o Brasil possui a “legislação mais pesada do mundo” referente à entrada de matéria-prima destinada a medicamentos. “Acontece que, como a metodologia de análise de uma pequena parcela desses compostos não é estritamente definida por lei, esse tipo de falha pode acontecer.”

“O resultado da pesquisa é um forte indício de que se trata do fruto de um estudo inovador e que beneficiaria todos na cadeia de produção e atenderia melhor os pacientes”, pondera. “É preciso redesenhar uma nova metodologia de análise mais minuciosa.”

Alves também observa que a falha na entrada e análise do produto dentro do território brasileiro afeta a indústria farmacêutica como um todo, não somente as farmácias magistrais. “A diferença seria o tamanho do lote e do número de medicamentos afetados”, afirma. “Uma metodologia eficiente supriria essa demanda de todo o setor.”


Risco à saúde pública

O pesquisador também explica que o erro nos compostos do medicamento pode variar de lote para lote e, com isso, o número de farmácias vendendo um remédio para artrose ineficaz pode variar de acordo com a leva que é entregue pelas distribuidoras, estabelecendo uma verdadeira roleta russa de chances para receber, ou não, um produto falsificado.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) trata o problema de medicamentos falsos como global e de risco à saúde pública. Em uma estimativa deste ano da Organização, o número de remédios falsificados pode chegar a representar uma fatia de 15% do mercado; neste caso, a OMS considera medicamentos além dos feitos em farmácias de manipulação, mas também os comercializados em farmácias convencionais.

A Organização Pan-americana de Saúde, que representa regionalmente a OMS, emitiu em documento considerações a respeito de medicamentos falsificados que ecoam o apelo dos pesquisadores. “Deve ser dada ênfase ao (…) estabelecimento de um sistema nacional de medicamento adequado”, alerta. “É responsabilidade do governo garantir que os medicamentos falsificados sejam retirados do mercado e suas fontes descobertas e erradicadas. Isso deve ser parte de seu sistema de controle de qualidade geral.” Com informações da UFJF.


Publicado originalmente em: LabNetwork
Acessado em 30/04/2016; 13:50  - Horário de Brasília


quinta-feira, 7 de abril de 2016

IEC TR 60068-3-12: ensaios climáticos em refusão de solda sem chumbo

A IEC TR 60068-3-12:2014 - Environmental testing - Part 3-12: Supporting documentation and guidance - Method to evaluate a possible lead-free solder reflow temperature profile apresenta duas abordagens para o estabelecimento de um perfil de temperatura para o processo de refluxo de solda sem chumbo usando uma pasta de soldagem de SnAgCu.

 

 

Este processo abrange uma grande variedade de produtos eletrônicos, incluindo uma grande variedade de moldados de componentes eletrônicos ativos, componentes passivos e componentes eletromecânicos.

 

Entre os ensaios ambientais, os climáticos visam reproduzir em laboratório as condições climáticas a que pode ser sujeito um produto ou parte de um produto em laboratório, utilizando equipamentos adequados. Os ensaios climáticos são entendidos como aqueles relacionados com causas naturais, tais como temperatura, umidade, corrosão por nevoeiro salino, incluindo combinações de fatores agressivos, tais como temperatura e vibrações ou mudanças bruscas de parâmetros ambientais, como no caso dos equipamentos de choque térmico.

 

Saiba mais em:  www.target.com.br