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sexta-feira, 13 de maio de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
LINKEDIN: 15 dicas para atualizações de sua company page
Nunca
se falou tanto em engajamento como nos últimos tempos. Há sempre alguém
produzindo informação e alguém consumindo informação. Engajar, neste
contexto, significa despertar mais do que interesse momentâneo de sua
audiência, mas despertar nela o desejo de seguir sua página e acompanhar
seu conteúdo, dando à você ou à sua empresa a preferência no consumo das
informações relevantes.
Engajar está para o marketing de conteúdo como fidelizar está para o mercado de bens tangíveis.
Pensando nisso, o LinkedIn lançou um tutorial em inglês com 15 dicas para atualizações de sua company page.
Segue abaixo tradução livre:
1° PENSE COMO UM JORNALISTA
Não
enterre seus leads; Introduções concisas e cabeçalhos chamativos são
mais propícios à alcançarem resultados em altos engajamentos
2° SEMPRE INCLUA UM CHAMADO CLARO À AÇÃO
Quando comparados à atualizações sem links, incluir um link pode multiplicar o engajamento por 2
3° FAÇA PERGUNTAS QUE LEVEM À PENSAR, PARA ENVOLVER SUA AUDIÊNCIA
Inicie uma conversa fazendo uma pergunta relevante ao seu público alvo.
4° SEMPRE INCLUA UMA IMAGEM OU ALGUM TIPO DE MÍDIA
Inclua
uma imagem atraente ou alguma forma de mídia que enriqueça seu texto.
Imagens geralmente resultam em um aumento de 98% de comentários
5° ANTES DE POSTAR, VERIFIQUE DUAS VEZES A APARÊNCIA DA IMAGEM
Quando "linkado" à conteúdo externo, esteja certo de que sua atualização tem uma imagem pertinente.
6° POSTE VÍDEOS DO YOUTUBE PARA ENCORAJAR COMPARTILHAMENTOS
Links
para vídeos do YouTube tocam diretamente na página do LinkedIn e
usualmente resultam em um aumento na taxa de compartilhamento de 75%
7° TORNE SEU CONTEÚDO AGRADÁVEL E CONSISTENTE ("SABOROSO E VALIOSO")
Desenvolva
conteúdo que seja rápido de consumir e com alta qualidade, de forma que
os membros quererão compartilhar com seus contatos
8° EVITE O EXCESSO DE HASHTAGS (HIPER TARGETING)
Não adicione tantas hashtags filtros de conteúdo, de forma que possa excluir audiências em potencial
9° TESTE PARA COMPREENDER SUA AUDIÊNCIA
Experimente
para encontrar o equilíbrio certo. Considere misturar posts de
entretenimento e inspiradores com atualizações informativas e
intuitivas.
10° CRIE UM CALENDÁRIO EDITORIAL, MAS REAJA OPORTUNAMENTE AOS EVENTOS
Utilize
seu calendário editorial como um guia, mas seja flexível o bastante
para responder à novidades relevantes, tópicos e tendências
11° ENGAJE-SE COM OS MEMBROS ATRAVÉS DE COMENTÁRIOS
Mantenha
a conversa em andamento. Monitore discussões e remova comentários
inapropriados.Desenvolva um plano pró-ativo para lidar com qualquer
problema com clientes que possa vir à tona
12° MONITORE, ANALISE E REFINE SEU CONTEÚDO
Rastreie
quaisquer ferramentas analíticas disponíveis. Dê atenção aos interesses
de sua audiência, tipos de conteúdo, hora do dia e frequência com que
mais interagem - e faça mais do que isso!
13° PATROCINE SEU MELHOR CONTEÚDO
Atualizações
patrocinadas permitem alcançar sua audiência além de seus seguidores.
Identifique seu conteúdo com melhor performance e patrocine-o!
14° AVALIE E OTIMIZE SUAS ATUALIZAÇÕES PATROCINADAS
Com
as ferramentas de relatórios detalhados do LinkedIn, você pode
monitorar a performance de suas atualizações patrocinadas e ajustá-las
para torná-las mais efetivas
15° NÃO SE PRENDA A TRABALHAR SOMENTE DURANTE A SEMANA
Profissionais
engajam com atualizações patrocinadas através de dispositivos móveis
durante a semana, com forte engajamento durante os finais de semana
também. Considere adotar uma abordagem "sempre online".
Quer saber mais?
Entre:
Fábio Carvalho possui vivência de mais de dez anos implementando, coordenando e auditando Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiental.

LINKEDIN: 15 dicas para atualizações de sua company page de Fábio Carvalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

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sábado, 30 de abril de 2016
Pesquisa da UFJF aponta emergência em controle de qualidade para medicamentos
Equipe do Laboratório de Análise de Glicoconjugados da
UFJF se dedica,
entre outras atividades, à analise de
compostos de medicamentos. Foto:
Géssica Leine
Pesquisa da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
aponta adulteração de substâncias importadas para serem utilizadas na
elaboração de medicamentos, prejudicando toda a cadeia produtiva, de
vendas e, mais importante, os pacientes. A situação faz um alerta sobre a
necessidade imediata de um controle de qualidade nacional relativo à composição de remédios, uma medida ainda inexistente no Brasil.
O estudo aponta que, nos últimos meses em Juiz de Fora, pessoas com
problemas de artrose ficaram expostas, sem saber, ao risco de
desenvolver sintomas como diarreia, cólica, náuseas e distensão
abdominal – o motivo é que o medicamento para combater a
artrose, tanto vendido em farmácias tradicionais como nas de
manipulação, vinha com um composto que não devia estar na receita:
lactose.
Os resultados científicos também contabilizaram que, entre lotes de
16 farmácias da cidade, que se voluntariaram anonimamente para
participar da pesquisa, apenas cinco apresentavam o medicamento para
artrose com todos seus componentes corretos. Entre os outros 11 lotes de
remédios, nove revelaram conter, ao invés do condroitim sulfato
(sulfato de condroitina), substâncias como amilose (amido, ou seja,
farinha) e, nos dois restantes, lactose.
Com isso, além de estar ingerindo um medicamento ineficaz que deve
ser administrado por cerca de três a quatro meses, o paciente que
possuir intolerância à lactose, por exemplo, ainda sofreria sintomas
colaterais e danosos à sua saúde sem estar ciente do real motivo disto.
Pesquisa em defesa da população
A pesquisa da UFJF nasceu como um TCC de um aluno da Instituição,
André Luiz da Cunha, e evoluiu para seu mestrado. Um dos responsáveis
por orientar a pesquisa, professor do departamento de Bioquímica do
Instituto de Ciências Biológicas (ICH) da UFJF, Jair Aguiar, informa que
“não foi analisado o produto finalizado, mas sim a matéria-prima
utilizada para a realização do mesmo”.
A pesquisa foi realizada de forma interdisciplinar, em conjunto com o
departamento de Química da UFJF e o de Bioquímica da Escola Paulista de
Medicina (Unifesp), e publicada em agosto do ano passado em uma revista internacional, a Carbohydrate Polymers,
da editora Elsevier, a maior de literatura médica e científica. “Assim
que soubemos os nossos resultados, decidimos que eles não deviam ficar
restritos à comunidade acadêmica”, argumenta Jair. “São fatos que
precisam chegar ao conhecimento da população.”
Controle nacional
A questão principal levantada pela pesquisa é a necessidade urgente de um controle de qualidade nacional relativo à manipulação de remédios,
algo inédito no país. “Nós sugerimos que um critério estrito seja
aplicado ao controle desses medicamentos, para que o usuário, os
farmacêuticos e comerciantes possam ter uma garantia confiável de que
estão trabalhando, de fato, com aquilo que está sendo especificado”,
conclui Jair.“Todas farmácias recebem o certificado da distribuidora
destes compostos, o que, teoricamente, comprova sua legitimidade”,
explica.
Metodologia de análise mais detalhada
Formado em Farmácia pela UFJF e mestre em Farmacologia pela
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Marcos Alves fez parte da
diretoria técnica da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais
(Anfarmag) e atua na área de farmácia magistral há cerca de 18 anos. O
farmacêutico chama atenção para o fato de que o Brasil possui a
“legislação mais pesada do mundo” referente à entrada de matéria-prima
destinada a medicamentos. “Acontece que, como a metodologia de análise
de uma pequena parcela desses compostos não é estritamente definida por
lei, esse tipo de falha pode acontecer.”
“O resultado da pesquisa é um forte indício de que se trata do fruto
de um estudo inovador e que beneficiaria todos na cadeia de produção e
atenderia melhor os pacientes”, pondera. “É preciso redesenhar uma nova
metodologia de análise mais minuciosa.”
Alves também observa que a falha na entrada e análise do produto
dentro do território brasileiro afeta a indústria farmacêutica como um
todo, não somente as farmácias magistrais. “A diferença seria o tamanho
do lote e do número de medicamentos afetados”, afirma. “Uma metodologia
eficiente supriria essa demanda de todo o setor.”
Risco à saúde pública
O pesquisador também explica que o erro nos compostos do medicamento
pode variar de lote para lote e, com isso, o número de farmácias
vendendo um remédio para artrose ineficaz pode variar de acordo com a
leva que é entregue pelas distribuidoras, estabelecendo uma verdadeira
roleta russa de chances para receber, ou não, um produto falsificado.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) trata o problema de medicamentos
falsos como global e de risco à saúde pública. Em uma estimativa deste
ano da Organização, o número de remédios falsificados pode chegar a
representar uma fatia de 15% do mercado; neste caso, a OMS considera
medicamentos além dos feitos em farmácias de manipulação, mas também os
comercializados em farmácias convencionais.
A Organização Pan-americana de Saúde, que representa regionalmente a OMS, emitiu em documento considerações
a respeito de medicamentos falsificados que ecoam o apelo dos
pesquisadores. “Deve ser dada ênfase ao (…) estabelecimento de um
sistema nacional de medicamento adequado”, alerta. “É responsabilidade
do governo garantir que os medicamentos falsificados sejam retirados do
mercado e suas fontes descobertas e erradicadas. Isso deve ser parte de
seu sistema de controle de qualidade geral.” Com informações da UFJF.
Publicado originalmente em: LabNetwork
Acessado em 30/04/2016; 13:50 - Horário de Brasília
quinta-feira, 7 de abril de 2016
IEC TR 60068-3-12: ensaios climáticos em refusão de solda sem chumbo
A IEC TR 60068-3-12:2014 - Environmental testing - Part 3-12: Supporting documentation and guidance - Method to evaluate a possible lead-free solder reflow temperature profile apresenta duas abordagens para o estabelecimento de um perfil de temperatura para o processo de refluxo de solda sem chumbo usando uma pasta de soldagem de SnAgCu.
Este processo abrange uma grande variedade de produtos eletrônicos, incluindo uma grande variedade de moldados de componentes eletrônicos ativos, componentes passivos e componentes eletromecânicos.
Entre os ensaios ambientais, os climáticos visam reproduzir em laboratório as condições climáticas a que pode ser sujeito um produto ou parte de um produto em laboratório, utilizando equipamentos adequados. Os ensaios climáticos são entendidos como aqueles relacionados com causas naturais, tais como temperatura, umidade, corrosão por nevoeiro salino, incluindo combinações de fatores agressivos, tais como temperatura e vibrações ou mudanças bruscas de parâmetros ambientais, como no caso dos equipamentos de choque térmico.
Saiba mais em: www.target.com.br
terça-feira, 5 de abril de 2016
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